Tudo de todos os jornais e revistas de sábado (17)  | Claudio Tognolli

Chico Bruno

O GLOBO – primeira página

Manchete: Bolsonaro: ‘O Brasil todo está sem dinheiro’

Com a previsão de que os gastos federais com custeio da máquina e investimentos fechem 2019 no menor patamar em dez anos, o presidente Bolsonaro disse que “o Brasil todo está sem dinheiro” e que “os ministros estão apavorados”. Para o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, é preciso revisar despesas obrigatórias, como gastos com servidores, para controlar o Orçamento e liberar recursos para outras áreas. “Não pode ter reajuste e tem que ter menos concurso.” Segundo ele, R$93 de cada R$ 100 no Orçamento são gastos obrigatórios.

Presidente desiste de emplacar chefe da PF no Rio – Depois de afirmar que quem mandava na Polícia Federal era ele, reiterando a indicação do delegado Alexandre Saraiva para a Superintendência no Rio, o presidente Bolsonaro voltou atrás. O diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, que havia escolhido outro nome para o cargo, ameaçara pedir demissão.

Moro deve sugerir veto a 8 artigos da lei que pune abuso – O ministro da Justiça, Sergio Moro, vai aconselhar o presidente Bolsonaro a vetar oito artigos do projeto que tipifica o crime de abuso de autoridade, por prejudicarem investigações. Entre eles está a condenação do magistrado que decretar prisão sem amparo legal.

Caixa: prestação da casa própria pode cair até 35% – Novo tipo de crédito imobiliário, corrigido pelo índice da inflação, deve reduzir valor de parcelas do financiamento em até 35%.

‘Agronegócio tem interesse em combater o desmatamento’ – Para Marcello Brito, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio, política ambiental do governo federal prejudica o setor.

Fake news do emprego – Uma notícia falsa sobre a criação de sede do Sistema Nacional de Empregos (Sine), com oferta de 1.500 vagas, foi espalhada em aplicativo de mensagens e rede social, levando dezenas de pessoas ao Centro de Niterói. Como o pedreiro José Romildo, desempregado há mais de um ano. “Acreditei que eu conseguiria voltar a trabalhar. É triste”, disse.

José Eduardo Agualusa – Brasil de Bolsonaro é visto com cada vez mais desprezo.

Míriam Leitão – Diferenças não podem separar Brasil e Argentina.

Merval Pereira – Itens da nova lei de abuso já estão no Código Penal

Opinião: Vetos necessários na lei contra abuso de autoridades 

Notícias de O GLOBO 

Lei de abuso: Moro vai defender veto de oito artigos – O ministro da Justiça, Sergio Moro , deverá sugerir ao presidente Jair Bolsonaro o veto de pelo menos oito artigos no projeto de lei sobre o abuso de autoridade aprovado na quarta-feira pela Câmara. Entre os trechos que deveriam ser excluídos, conforme a visão do ministro estão os artigos que proíbem prisões em “desconformidade com a lei”, o flagrante preparado e o uso de algemas quando o preso não oferece resistência à ação policial. Nesta sexta-feira, o presidente sinalizou que deverá vetar o artigo sobre o equipamento policial. As sugestões de Moro sobre vetos estão numa análise preliminar da lei elaborada pelo ministro com assessores e encaminhada para líderes do governo no Congresso, cujo conteúdo O GLOBO teve acesso. Para Moro, o presidente Jair Bolsonaro deveria eliminar do texto aprovado pelo Congresso Nacional o artigo 9º. O artigo prevê detenção de 1 a 4 anos para magistrado que decretar prisão “em manifesta desconformidade com as hipóteses legais”. Para o Ministério, este trecho do projeto limita a liberdade do juiz de decidir. Para o Ministério da Justiça, “é possível identificar diversos elementos que podem, mesmo sem intenção, inviabilizar tanto a atividade jurisdicional, do Ministério Público (MP) e da polícia, quanto as investigações que lhe precedem”.

Centrão e oposição articulam para restringir acordos de delação premiada – Após a aprovação da proposta do abuso de autoridade, deputados do centrão e da oposição costuram um acordo para tentar restringir os acordos de delações premiadas. Esse assunto veio à tona em meio a uma reunião de integrantes do grupo de trabalho do pacote anticrime e líderes partidários, ocorrida na última na quarta-feira, na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A articulação ainda está em fase preliminar e não há um consenso sobre como será apresentada. Uma das hipóteses discutidas pelo centrão e oposição partiu da líder da minoria na Câmara, Jandira Feghali (PC do B-RJ). Aos aliados, ela propôs que aproveitem o Projeto de Lei 11156/2018, apresentado no final do ano passado pelo então deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) e agora subscrito pelo deputado Paulo Teixeira (PT-SP).

O brasileiro alterna amor e desamor pelo país – Em palestra na ABL, quinta, Cacá Diegues abordou o amor dos brasileiros pelo país. Para ele, a História do Brasil é “uma sucessão de trevas e de luzes que se alternam em nossa dor permanente por não sermos aquilo que merecíamos ser”. Ele citou dois exemplos opostos na mesma década: a depressão nacional provocada pela derrota na Copa de 1950 e os anos JK. “Da bossa nova ao Cinema Novo, o país viveu um período de certa euforia com o novo, alimentada pelo entusiasmo provocado pela dinâmica do governo JK”. Mas Cacá acha que nosso amor pelo Brasil é sempre disfarçado, resultado do receio por outras decepções e más experiências. Vem daí, talvez, o fato de o brasileiro criar tanta anedota de mau gosto, “tendo seu país como personagem nesse processo de cruel desvalorização”. (Ancelmo Gois)

Pressionado, secretário especial da Receita deve trocar de cargo – Em meio a pressões nos três Poderes por mudanças na Receita Federal, o secretário especial do órgão, Marcos Cintra, deve deixar o cargo, mas continuar no governo. Segundo integrantes da equipe econômica, a tendência é que ele passe a chefiar apenas a área responsável por formular políticas, como a da reforma tributária, que seria ligada ao Ministério da Economia. O setor que arrecada e fiscaliza o pagamento de impostos se transformaria em uma espécie de autarquia, mais independente e comandada por um técnico de carreira, provavelmente com mandato fixo. Nas últimas semanas, há insatisfação com a fiscalização do órgão. No início de agosto, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a paralisação de 133 apurações de contribuintes, em uma lista que incluía autoridades do Judiciário. Na segunda-feira, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o Fisco comete “excessos”. Na quarta, o presidente Jair Bolsonaro reclamou do órgão ao dizer que “fizeram uma devassa na vida financeira” de seus familiares que vivem no Vale do Ribeira, em SãoPaulo. A insatisfação fez com que Cintra passasse a ser pressionado a trocar sua equipe. Em maio, o secretário já havia sido desmentido por Bolsonaro após afirmar que a Receita cobraria tributos das igrejas. O caso desagradou a bancada evangélica, com quem o presidente e o Cintra se reuniram. Os parlamentares pediram a simplificação da prestação de conta dos templos, o que Cintra prometeu fazer em dois anos, mas Bolsonaro queria em dois meses.

Aliado de Aécio será relator de seu pedido de expulsão do PSDB -O deputado federal tucano Celso Sabino (PA) será o relator do pedido de expulsão do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG). Sabino, que está em seu primeiro mandato, é um dos nomes da sigla que defendem a permanência do colega. Como relator, o deputado paraense é o responsável por notificar Aécio, que tem o prazo de dez dias para apresentar sua defesa. Após recebê-la, Sabino também terá dez dias para elaborar seu parecer defendendo ou não a expulsão do ex-governador de Minas. O documento será encaminhado à executiva nacional do partido, responsável pela decisão final. Aécio é réu por corrupção passiva e obstrução da Justiça. O parlamentar também responde à acusação de receber ilicitamente R$ 2 milhões de Joesley Batista, do grupo J&F. O deputado nega. Aécio tem dito que não existe nova denúncia contra ele e que o Supremo Tribunal Federal (STF) apenas transferiu a denúncia para a Justiça Federal de São Paulo. Lideranças do PSDB procuraram o deputado tucano nos últimos dias para que ele pedisse uma licença do partido até ontem, prazo limite dado pela legenda. O objetivo era evitar uma saída traumática, como a expulsão.

Governo cria ‘Rei do Rolê’, reality para divulgar turismo – Ogoverno federal vai produzir um reality show para divulgar o Brasil como destino turístico para o mundo. No dia 7 de setembro, data em que é comemorado o Dia da Independência, a Embratur, responsável pela promoção do turismo no exterior, vai lançar um concurso internacional na internet para escolher um estrangeiro disposto a passar 30 dias viajando pelo país, oque incluirá visita a destino sem todas as regiões e um encontro com o presidente Jair Bolsonaro. A ação de marketing foi batizada de “O Rei do Rolê no Brasil”, mas, embora destinada ao público externo, ainda não tem tradução para o inglês. O “Rei do Rolê” será acompanhado por uma equipe de vídeo composta por nove servidores da Embratur. O turista, de acordo com o projeto, será filmado desde o momento que sair de casa no país de origem. Todos os episódios serão divulgados em redes sociais e ficarão disponíveis no site que será criado exclusivamente para a promoção. Segundo o presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, a ação terá o apoio de companhia aéreas brasileiras e de entidades hoteleiras. O custo estimado da produção é de R$ 3 milhões, informou Neto. Para ser escolhido, o estrangeiro vai ter de cumprir uma série de exigências para mostrar que merece passar um mês no Brasil com tudo pago. Um dos quesitos avaliados será o número de seguidores nas redes sociais. As regras da disputa serão divulgadas no site que será colocado no ar em 7 de setembro.

O ESTADO DE S.PAULO – primeira página

Manchete: Intervenção de Bolsonaro gera crise na PF e na Receita

A decisão do presidente Jair Bolsonaro de substituir o superintendente da Polícia Federal no Rio fez com que o comando da corporação pressionasse Sérgio Moro, a quem é subordinada. O ministro da Justiça foi alertado de que estava prestes a perder o controle da PF. A crise só arrefeceu após o presidente declarar que aceita nomear o atual superintendente de Pernambuco para a vaga. Além da PF, nos últimos dois meses, Bolsonaro interferiu na Receita Federal e no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), os três principais órgãos de combate à corrupção no País e que de alguma forma cruzaram o caminho de sua família. O presidente já admitiu que em alguns casos agiu para defender parentes. Na Receita, ele determinou a substituição do superintendente no Rio e de delegados. A cúpula do Fisco avisou que não aceita indicações políticas e ameaça entregar cargos. No Coaf, que ficará subordinado ao Banco Central, o presidente Roberto Leonel, indicado por Moro, será substituído.

Brasil quer maior rapidez em queda de tarifas do Mercosul – A possibilidade de vitória da chapa formada por Alberto Fernández e Cristina Kirchner na Argentina fez o Brasil acelerar as negociações para a redução da tarifa externa comum (TEC) cobrada pelos membros do Mercosul na importação de produtos de outros países. O objetivo é tentar fechar acordos até dezembro, ainda no governo de Mauricio Macri.

Exército discute corte de recrutas por falta de verba – Com parte de seus recursos contingenciada, o Exército poderá ser obrigado a dispensar pelo menos 25 mil dos 80 mil recrutas já no início de outubro, antecipando a primeira baixa, prevista para dezembro. Caso não haja descongelamento de verbas, a Força também prevê uma redução das operações militares e o corte de expediente para os que ficarem nos quartéis em todo o País.

Governo faz nova investida para privatizar Eletrobrás – Semelhante ao elaborado na gestão Temer, projeto de lei de privatização da Eletrobrás deve ser apresentado pelo governo à Câmara na próxima semana. A avaliação é de que, com a conclusão da reformada Previdência, o caminho fique facilitado. A proposta deverá conter os mesmos itens da MP 879, que perde validade na quarta-feira. O principal é o aporte de até R$ 3,5 bilhões da União à companhia. Esses recursos serão utilizados para cobrir dívidas das seis distribuidoras, vendidas em 2018 e que foram assumidas pela Eletrobrás.

Mais 4 faculdades de Portugal usarão Enem – Quatro novas instituições de ensino superior de Portugal fazem acordo com o MEC para usar o Enem na seleção de alunos.

Adriana Fernandes – O Senado resolveu empacar reforma da Previdência para garantir mais recursos aos Estados.

Fernando Reinach – Europeus tentam ajudar Amazônia, mas são rechaçados pela política de desmate livre de Bolsonaro.

Opinião: Escalada da desigualdade – Pelo 17° trimestre consecutivo a desigualdade de renda cresce no Brasil. Trata-se do ciclo mais longo da história do País, segundo o índice Gini, o indicador mais reputado na matéria.

Opinião: Os sinais vitais, segundo a FGV – Embora sem recessão, a economia está muito fraca, com recuo na indústria e na agropecuária.

Notícias do Estadão 

Intervenção de Bolsonaro gera crise na PF e na Receita – A decisão do presidente Jair Bolsonaro de substituir o superintendente da Polícia Federal no Rio fez com que o comando da corporação pressionasse Sérgio Moro, a quem é subordinada. O ministro da Justiça foi alertado de que estava prestes a perder o controle da PF. A crise só arrefeceu após o presidente declarar que aceita nomear o atual superintendente de Pernambuco para a vaga. Além da PF, nos últimos dois meses, Bolsonaro interferiu na Receita Federal e no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), os três principais órgãos de combate à corrupção no País e que de alguma forma cruzaram o caminho de sua família. O presidente já admitiu que em alguns casos agiu para defender parentes.

‘O governo entra em pautas minúsculas’ – O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou que incluir Estados e municípios na reforma da Previdência é “essencial” e disse estar confiante no “bom senso” dos senadores. Em entrevista ao Estado, o governador defendeu a privatização da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) – “não é questão ideológica, é questão de olhar o futuro” –, negou que esteja sendo “tutelado” pelo partido Novo e avaliou que o presidente Jair Bolsonaro deveria evitar “pautas minúsculas” e “focar em coisas maiores, grandiosas”.

Ministério Público investiga evolução patrimonial de ministro – O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito para apurar suspeita de enriquecimento ilícito do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, entre 2012 e 2017, período em que ele alternou a atividade de advogado com cargos no governo paulista. A Promotoria já pediu a quebra de sigilo bancário e fiscal de Salles, mas a medida foi negada duas vezes pela Justiça estadual neste mês. A investigação teve início em julho a partir de representação feita por uma empresa chamada Sppatrim Administração e Participações, que levantou suspeita sobre a evolução patrimonial de Salles com base nas declarações de bens que ele mesmo prestou à Justiça Eleitoral. Em 2012, quando foi candidato a vereador pelo PSDB, Salles declarou possuir R$ 1,4 milhão em bens, a maior parte em aplicações financeiras, 10% de um apartamento, um carro e uma moto. Em 2018, quando saiu a deputado federal pelo Novo, foram R$ 8,8 milhões, sendo dois apartamentos de R$ 3 milhões cada, R$ 2,3 milhões em aplicações e um barco de R$ 500 mil – alta de 335% em cinco anos, corrigindo o valor pela inflação. Em nota, a assessoria do Ministério do Meio Ambiente afirmou ao Estado que o “patrimônio e os rendimentos do ministro foram sempre declarados adequadamente à Receita Federal” e que “a própria representação não traz nada diferente do que nelas constam”. Durante quase metade do período sob investigação, Salles ocupou cargos no governo do Estado. Foi secretário particular do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) entre março de 2013 e novembro de 2014, função pela qual recebia R$ 12,4 mil líquidos, e secretário do Meio Ambiente na mesma gestão, entre julho de 2016 e agosto de 2017, com remuneração média de R$ 18,4 mil.

Crise tem ligação com caso envolvendo filho do presidente – A demissão pública anunciada por Jair Bolsonaro do superintendente da PF no Rio, Ricardo Saadi, teve como pano de fundo investigações envolvendo a família do presidente. Desde o início do governo, Bolsonaro se queixava de ataques aos parentes e de tentativas de ligar seus filhos a milicianos. Na avaliação de integrantes do governo, esses ataques começaram após o Estado revelar, em dezembro, movimentações atípicas nas contas do ex-policial militar Fabrício Queiroz, que trabalhava como assessor de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho “01”, na Assembleia Legislativa do Rio. Para o presidente, todo o processo seria uma perseguição política à sua família. Saadi, segundo interlocutores de Bolsonaro, fazia “corpo mole” ao não contestar as ações que o presidente considerava desmandos nas investigações. Embora o delegado não estivesse à frente dos casos, no gabinete presidencial o sentimento era de que o comportamento dele era de corroborar para que as buscas sobre a família fossem adiante. Bolsonaro queria a saída do delegado, mas sabia que poderia mexer em um vespeiro. Saadi já deixaria o cargo, mas o processo acabou antecipado com o anúncio do presidente, que surpreendeu a cúpula da PF e causou uma crise interna, além de deixar o ministro da Justiça, Sérgio Moro, a quem o órgão é subordinado, encurralado. Se atendesse a vontade do presidente ao nomear o superintendente do Amazonas, Alexandre Saraiva – como sugeriu Bolsonaro –, Moro poderia perder o controle da PF. Por outro lado, contrariar o presidente também teria seu preço. Foi preciso uma conversa entre os dois, ainda na quinta-feira, 15, para que a situação fosse contornada. Em um recuo estratégico, Bolsonaro amenizou o tom das declarações ao longo da manhã desta sexta-feira, 16, após ser avisado da revolta dos delegados. Disse, então, que aceitaria a indicação da cúpula da organização. Seu principal objetivo, a saída de Saadi, já havia sido atingido.

Frota amplia fissuras entre alas do PSDB – Apesar de ser um ativo político para João Doria na disputa velada com Jair Bolsonaro para ver quem vai liderar a centro-direita do País em 2022, o deputado Alexandre Frota chegou ao ninho tucano alargando a fissura entre o governador de SP e a ala histórica do partido. Fernando Guimarães, do Movimento PSDB Esquerda Pra Valer, externou o incômodo: “O comportamento político reacionário de Alexandre Frota difere de maneira incontornável não apenas dessas doutrinas (históricas da sigla), mas também dos princípios democráticos e republicanos”. O movimento quer interpelar Doria sobre a filiação de Frota. “O governador deve esclarecer se endossa tais manifestações (do deputado)”, diz Guimarães. Cardeais antigos do partido também manifestaram desconforto em grupos privados dos tucanos. Doria, de seu lado, prossegue firme em sua toada para renovar o partido. “Precisamos colocar mais gente jovem no PSDB.” (Coluna do Estadão)

Resposta – A escolha de Carlos Henrique Sousa para substituir Ricardo Saadi na Superintendência da PF no Rio é um recado da corporação a Jair Bolsonaro. Sousa foi o 02 de Saadi até o início deste ano, e deverá dar continuidade aos trabalhos iniciados pelo colega. A interferência de Jair Bolsonaro incomodou, mas o fato de o presidente ter recuado deve pôr água gelada na fervura, apostam nos bastidores. (Coluna do Estadão)

FOLHA DE S.PAULO – primeira página 

Manchete: Bolsonaro intervém na PF e abre crise dentro do governo

A interferência de Jair Bolsonaro (PSL) na chefia da PF no Rio causou perplexidade dentro do órgão e deu início a uma espécie de queda de braço entre o Palácio do Planalto, a corporação e o ministro Sergio Moro (Justiça). Bolsonaro anunciou a saída de Ricardo Saadi, que já deixaria o cargo por vontade própria, contestou o substituto escolhido pela direção-geral e deu como certa a nomeação de Alexandre Silva Saraiva, a quem conhece. A investigação de suposto elo entre milícias e a família do presidente, o chamado caso Queiroz, foi decisiva na troca de Saadi, embora ele não tivesse ingerência na apuração. “Quem manda sou eu”, afirmou Bolsonaro. Caberá a Moro, a quem a PF está subordinada, arbitrar o conflito, crucial para o futuro do órgão.

Projeto prejudica polícia e Ministério Publico, avalia pasta da Justiça.

País não tem mais dinheiro e faz milagre, diz presidente – Com o risco de paralisia em programas federais, Jair Bolsonaro admitiu ontem que seu governo enfrenta uma crise financeira, que pode afetar desde bolsas de pesquisa até a alimentação de recrutas. “O Brasil inteiro está sem dinheiro. Estamos aqui tentando sobreviver no Corrente ano.”

Doria deixa no papel maioria de promessas para segurança – Há sete meses no cargo, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), cumpriu integralmente só 2 de 22 metas anunciadas para a segurança pública. Um dos êxitos foi manter a queda de homicídios, mas continuam a espera propostas como a integração das polícias. O setor foi uma bandeira de campanha de Doria, quando colou sua imagem à de Jair Bolsonaro. Agora, tenta se afastar. Ontem, negou que a filiação ao PSDB do deputado Alexandre Frota, expulso do PSL, signifique oposição ao governo federal.

Líder indígena waiãpi morreu por afogamento, aponta laudo. 

Desmatamento cresce 15% nos últimos 12 meses, diz Imazon.

Roberto Simon – Brasil escolhe confronto com a Argentina.

Mônica Bergamo – Planalto responde sobre paradeiro de Queiroz em ofício.

Notícias da Folha 

Líder waiãpi morreu por afogamento e sem sinais de violência – Exame realizado após a exumação do corpo do líder indígena Emyra Waiãpi, 63, não encontrou sinais de violência e apontou o afogamento como a provável causa da morte, afirma a Polícia Federal. O caso, ocorrido no mês passado, foi associado pelos waiãpis a uma invasão de garimpeiros à Terra Indígena Waiãpi, no oeste do Amapá. A morte ganhou repercussão mundial, em meio a críticas às propostas do governo Jair Bolsonaro (PSL) de abrir áreas indígenas para mineração e agricultura comercial. “Apesar das informações iniciais darem conta de invasão de garimpeiros na terra indígena e sugerirem possível confronto com os índios, que teria ocasionado a morte da liderança indígena, o laudo necroscópico não apontou tais circunstâncias”, afirma a PF.

Lula diz que vai provar, da cadeia, que Moro e Deltan são bandidos – O ex-presidente Lula afirmou, em mais uma entrevista concedida da carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, que vai provar que o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o chefe da Força Tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, são bandidos. Na entrevista, concedida ao jornalista Bob Fernandes, exibida na noite desta sexta-feira no canal dele no Youtube e na TVE Bahia, disse ainda que só quer sair da prisão com “100% de inocência.” Ele respondeu não saber quanto tempo ainda vai permanecer em Curitiba, onde cumpre pena por corrupção e lavagem de dinheiro, mas que não vai pedir progressão de regime. “É daqui de dentro que eu quero provar que eles são bandidos e eu não. É isso que eu quero provar.”

Michelle está arrasada, diz Bolsonaro após revelações sobre família – A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, está arrasada e abatida com a publicação de histórias envolvendo sua família, entre elas a divulgação de que sua avó foi presa por tráfico de drogas e que dois tios maternos enfrentam problemas com a polícia, afirmou nesta sexta (16) o presidente Jair Bolsonaro (PSL). Ao sair de um evento no Palácio do Planalto, Bolsonaro reconheceu que as reportagens publicadas pela revista Veja e pelo jornal Metrópoles sobre a família da primeira-dama são verdadeiras. O presidente questionou, no entanto, o “ganho jornalístico” com a divulgação das informações. “Quem ganha com isso? Para que esculachar a minha esposa e dizer que ela não tem legitimidade para fazer o trabalho social que ela faz? Ela está abatida, arrasada, para que isso?”, disse o presidente.

Cármen Lúcia arquiva pedido do PT para investigar postura de Moro – A ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia arquivou, nesta quinta-feira (15), um pedido formulado pelo PT para investigar o ministro da Justiça, Sergio Moro, em razão de ele ter informado a autoridades que destruiria as mensagens de Telegram apreendidas com um hacker preso pela Polícia Federal em 23 de julho. Na petição ao Supremo, o PT sustentou que as mensagens apreendidas são de interesse de Moro, pois revelam detalhes de sua atuação como juiz da Lava Jato, e há indícios que ele tenha abusado de suas funções como ministro da Justiça tendo acesso a informações privilegiadas da investigação. O partido requereu investigação dos supostos crimes de abuso de autoridade, violação de sigilo funcional e supressão de documento.

MP que transfere Coaf está pronta – A equipe econômica finalizou a redação da medida provisória que vai transferir o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) do ministério de Paulo Guedes para o Banco Central. O texto deve ser publicado na segunda (19). Ato contínuo, Roberto Leonel, o homem indicado por Sergio Moro (Justiça) para comandar o órgão, deixará a função. O novo Coaf será composto apenas de quadros do BC. Ricardo Liáo, hoje diretor de supervisão do colegiado, passará a presidi-lo. Leonel é um quadro da Receita Federal e será reintegrado ao órgão. Ele caiu em desgraça após criticar decisão do Supremo que suspendeu investigações que usassem dados do fisco e do Coaf sem autorização da Justiça. O veredito nasceu de caso que tem o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) como protagonista. Integrantes do Ministério da Economia afirmam que Leonel tem, inclusive, tempo de trabalho para pedir aposentadoria — e não descartam que ele o fará. Há forte desconfiança entre integrantes do Supremo sobre a atuação dele quando colaborador da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba. Liáo é do Banco Central. Por já estar na cúpula do Coaf, sua ascensão foi planejada na Economia para dar sinal de que não haverá quebra nos trabalhos. A MP que transfere o órgão irá ao Congresso acompanhada do projeto de lei que prevê autonomia do BC e robustece funções do conselho. Para aliados de Paulo Guedes, isso mostrará que a mudança não só despolitiza o Coaf como deixa um legado institucional para o país. (Painel)

Abacaxi – Com a definição do caminho do Coaf, a equipe econômica tenta agora fechar as mudanças na Receita. O secretário especial do órgão, Marcos Cintra, que deve mudar de função, teria sinalizado que pretende trocar todos os auditores da cúpula do fisco, e não apenas o secretário-geral, João Paulo Fachada. Aliados de Cintra ficaram com a impressão de que ele pretende convidar o atual superintendente do Rio, o auditor Mário Dehon, para um cargo em Brasília. O Planalto teria pedido a cabeça de Dehon após ele resistir a nomear um indicado de Bolsonaro para a delegacia da Receita no Porto de Itaguaí, região metropolitana do Rio. (Painel)

Vai sair caro – As reações extremadas da Polícia Federal às declarações de Jair Bolsonaro nesta sexta (18) foram transmitidas ao Planalto, com jeito, pelo ministro Sergio Moro (Justiça) e pelo diretor-geral da corporação, Maurício Valeixo. Toda a cúpula da PF insinuou que pediria para deixar os postos se houvesse interferência do presidente na Superintendência do Rio. O atual superintendente da PF fluminense, Ricardo Saadi, disse a pessoas próximas que de fato havia manifestado disposição de deixar o cargo, mas não dessa forma, com tamanha exposição. (Painel)

Delegados da PF cogitam demissão coletiva – A tentativa de Jair Bolsonaro de interferir na indicação do Superintendente da Polícia Federal no Rio quebrou de vez o que ainda restava de confiança de delegados da cúpula da corporação, de diferentes partes do país, no presidente. Um pedido de demissão coletiva não está descartado, caso Bolsonaro insista na investida. As críticas ao presidente são abertas e contundentes. Um dos policiais mais prestigiados entre os colegas afirma não se recordar de nada parecido vindo de qualquer outro presidente desde a redemocratização do país. Na quinta (15), Bolsonaro anunciou que o superintendente do Rio seria um nome de sua confiança deslocado de Manaus — o delegado Alexandre Saraiva. Afirmou que era ele quem mandava e que não seria um presidente “banana”. Horas depois, com a reação contundente da PF, recuou. De acordo com um dos policiais, aceitar ingerência de Bolsonaro na PF significará o fim da corporação —que não seria o espaço apropriado para ele mostrar que pode mandar e desmandar. (Mônica Bergamo)

Freud explica – O ex-ministro Gustavo Bebianno, que era um dos assessores mais próximos e conviveu intensamente com Bolsonaro na campanha eleitoral, credita o estilo “eu que mando” do presidente a “complexos que ele traz do passado”. “O presidente tem revelado extremo grau de insegurança. Essa coisa de querer mostrar, a ferro e fogo, todo o tempo, que é ele quem manda, sem escutar a ninguém e sem aceitar qualquer tipo de ponderação, é muito ruim para o nosso país. O presidente precisa superar os complexos que traz do passado e mostrar maior grandeza de espírito”, diz Bebianno. Ele diz ainda que aprendeu com o mestre de jiu-jitsu Hélio Gracie que o campeão precisa nutrir a nobreza de espírito. “Hoje, o capitão é o vencedor. É hora de engrandecer a alma”. (Mônica Bergamo)

Cadê – O gabinete de Bolsonaro respondeu a questionamento do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), que enviou ofício a ele na semana passada perguntando: “Onde está o Queiroz?”. Ele se referia a Fabrício Queiroz, ex-auxiliar do presidente acusado de movimentar R$ 1,2 milhão de forma atípica e que “encontra-se desaparecido”. “Informo que o senhor presidente não possui informações referentes ao paradeiro do senhor Fabrício Queiroz”, disse o chefe de gabinete de Bolsonaro, Pedro Cesar Marques de Sousa, em papel oficial e timbrado da Presidência. (Mônica Bergamo)

José Simão – Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Obsessão Nacional! “Bolsonaro volta a falar em cocô em Pelotas.” Agora é em pelotas? Dia sim, dia não e em pelotas! Fala merda, grita porra, faz piada com pinto, troca troca e golden shower. O Bolsonaro não veio do baixo clero, veio do baixo calão! Rarará! É a Cocôcracia!

Correio Braziliense – primeira página

Manchete: Decisão do TCU ameaça aposentadorias, diz GDF

Caso medida não seja revista, governador afirma que o impacto nas finanças do Buriti será drástico. Além de pôr em risco o pagamento a inativos, pode inviabilizar investimentos, barrar reajustes e até impedir que o Executivo mantenha em dia benefícios de servidores.

O exército de Lis e Mel – A Secretaria de Saúde homenageou os 50 profissionais que participaram da cirurgia de separação das siamesas unidas pela cabeça. Realizada no Hospital da Criança, a operação entrou para a história da medicina no DF. “Vocês fazem parte da nossa família”, discursou Camila, a mãe das gêmeas, que estiveram no evento.

Tributação é tema de debate – Especialistas e autoridades discutirão o sistema de impostos do setor em encontro no próximo dia 21, no Correio.

O jeito Bolsonaro de governar – Tensão com a PF e interferências no Coaf e na Receita marcam a semana do chefe do Planalto. “Vou ser um presidente banana?”, desafiou.

PL do abuso de autoridade põe Bolsonaro sob pressão – A federação dos policiais federais diz que a finalidade do projeto é intimidar agentes públicos. O Ministério Público pede que o presidente o vete. Moro sugere cortes. E juízes preparam protesto. No meio do tiroteio, Bolsonaro diz não ter saída: “Vetando, sancionando ou vetando parcialmente, eu vou apanhar de qualquer jeito”.

Que tal estudar em Portugal? – Notas do Enem abrem as portas de mais quatro universidades da terra de Camões.

Voos internacionais no JK – 
Brasilienses terão linhas diretas, até o fim do ano, para Chile, Peru e Paraguai.

Notícias do Correio 

Embate entre TCU e Receita – O embate entre o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas e a Receita Federal resultou na entrega, por parte da Corte de contas ao Fisco, dos CPFs de centenas de autoridades e seus parentes para saber se foram investigados e quais servidores acessaram os dados sem autorização judicial. No início do mês, o ministro deu prazo de 15 dias para a Receita detalhar os números dos processos abertos nos últimos cinco anos relacionados a fiscalizações de integrantes do Executivo, do Legislativo e do Judiciário e também de seus cônjuges e dependentes. A Receita informou que só poderia fazer isso com o CPF das autoridades. O ministro, então, providenciou as informações. Mas isso não evitou desdobramentos. Desde então, Dantas e o órgão protagonizam confrontos. Na sessão plenária da última quarta-feira, o ministro disse que foi notificado pela Receita, para comprovar despesa médica de R$ 13 mil em 2015, que integrou sua declaração de Imposto de Renda. “Suspeito que possa ter havido vício de finalidade nessa notificação, porque, recentemente, proferi despacho que determinou à Receita enviar processos. Trata-se de representação do Ministério Público junto ao TCU, referente a possíveis servidores. Não há qualquer juízo de valor, apenas despachei requerimento”, disse.

Alexandre Frota se filia ao PSDB – O deputado Alexandre Frota (SP) aceitou o convite do governador de São Paulo, João Doria, e filiou-se ontem ao PSDB. Eleito com mais de 155 mil votos, em 2018, pelo PSL, o parlamentar era visto como bastante próximo de Jair Bolsonaro. Hoje, critica abertamente o presidente, dizendo que ele tem “uma milícia”, e coleciona desafetos no antigo partido. “Estou aliviado de não ter mais o peso Bolsonaro em minhas costas. Isso não é ser Judas, como a milícia dele tenta pintar”, disse Frota. Na última quinta-feira, o deputado foi expulso da legenda pela qual se elegeu, acusado de infidelidade partidária por criticar Bolsonaro abertamente e por abster-se no segundo turno de votação da reforma da Previdência, parte da agenda prioritária do governo. Na cerimônia de filiação ao PSDB, Frota disse não se constranger por estar na mesma legenda de Aécio Neves (MG), réu da Lava-Jato. “Eu estava num partido que tinha o Queiroz. Vou ficar constrangido?”, disse. Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), é investigado pelo Ministério Público por suspeita de corrupção.

Juízes preparam manifestação – Contrários à aprovação do PL de abuso de autoridade, magistrados do Distrito Federal estão organizando um movimento para terça-feira, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), com o objetivo de questionar o que qualificam como “violação da independência dos juízes”. Eles vão se reunir às 14h e, no fim da manifestação, seguirão ao Palácio do Planalto para entregar uma carta ao presidente Jair Bolsonaro. À frente do evento está a Associação de Magistrados do DF (Amagis-DF), que pede o veto ao projeto. Instituições nacionais, como a Associação Nacional de Juízes Federais (Ajufe), Associação de Magistrados do Brasil (AMB) e Associação do Ministério Público do DF e dos Territórios (AMPDFT), devem comparecer. O presidente da Amagis-DF, Fábio Francisco Esteves, disse que o texto do PL “abre muito a lista de condutas que podem ser qualificadas como abuso de autoridade”. Sendo assim, frisou o magistrado, “questões de interpretação podem fazer com que a atividade do juiz acabe se tornando irregular”.

O empurrãozinho de Alcolumbre – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), passou a trabalhar, dia e noite, pela aprovação do nome do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para o cargo de embaixador em Washington. A avaliação dos senadores é a de que a indicação passará. Afinal, ainda falta muito para 2022, e muitos consideram que não é hora de fazer marola. A votação secreta, nesse caso, ajudará o candidato à Embaixada. Todo mundo poderá falar contra e votar a favor sem se expor. Aliás, como a coluna registrou dia desses, Alcolumbre não falou mais em votação aberta. (Brasília D-F)

Capa da VEJA: Preserve o verde (e as verdinhas)

Além de arranharem a imagem do país no exterior, as ações e o discurso de Jair Bolsonaro contra o meio ambiente podem trazer enormes prejuízos à economia.

Pesadelo familiar – Avó traficante, mãe acusada de falsificação e tio miliciano. Eis a explicação para a distância que Michele Bolsonaro impõe aos parentes.

Capa de ÉPOCA: Dentro da Caserna 

O que estão pensando os militares.

O excêntrico mundo de Ibaneis – Quem é o indomável milionário que governa o DF.

O problema tem nome e sobrenome – Claudio Haddad analisa a atual conjuntura.

La garantia soy yo – O escândalo das Ferraris falsas agita a elite ostentação.

Notícias

Claudio Haddad – Doutor em economia pela Universidade de Chicago, ex-diretor do Banco Central e fundador da instituição Insper, Claudio Haddad diz que o principal problema do governo tem nome e sobrenome: Jair Bolsonaro.

Capa de ISTOÉ: Ele vai devorar seu bolso (mais ainda?)

Governo tenta cortar benefícios e ameaça com a volta do famigerado imposto do cheque que deve estrangular a economia com seu efeito cascata e estimular a informalidade descontrolada. O Leão está com fome?

As lições da Argentina – O que a catástrofe econômica e o fracasso da agenda liberal no país vizinho ensinam ao Brasil.

O colapso nas federais – Universidades devem para atividades essenciais em setembro por absoluta falta de recursos.

Discordou dançou – A nova lei de Bolsonaro está em vigor: quem o contraria cai fora sem piedade. Frota é mais uma vida.

Capa de CartaCapital: Esta conversa cheira mal

Por ideologia, o ex-capitão prejudica o BNDES nas negociações com a Venezuela. O escândalo de Itaipu extrapola os problemas do presidente paraguaio e envolve o PSL e os Bolsonaro.

Capa de Crusoé: Todo o poder a Toffoli

Cada vez mais próximos, o presidente do STF e Jair Bolsonaro costuram movimentos que apontam para um acordão. A Lava Jato e outras investigações anticorrupção devem ser as maiores prejudicadas.

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