Resumo notícias 18/19 Novembro – Claudio Tognolli

XP News & Política – 19/11/2
1) Folha – BNDES espera concluir megainvestigação interna antes da posse de Bolsonaro (Painel)
2) Folha – Após eleições, otimismo de empresas brasileiras atinge maior nível em mais de quatro anos
3) Estadão – Castello Branco é convidado para presidir a Petrobrás
4) Estadão – Nome para Minas e Energia deve ser definido esta semana
5) Valor – Bolsonaro defende futura ministra

6) O Globo – Atraso em reforma deve gerar perdas de quase R$ 2 bi por mês

1) Folha – BNDES espera concluir megainvestigação interna antes da posse de Bolsonaro (Painel)
Meu processo Classificado por Jair Bolsonaro como uma caixa-preta, o BNDES espera receber antes da posse do presidente eleito os resultados da mais ampla investigação já conduzida sobre os negócios feitos pela instituição nos governos petistas. Coordenado por advogados americanos e brasileiros contratados pelo banco, o trabalho examina há um ano os investimentos feitos na gigante de alimentos JBS. Nenhum indício de irregularidade foi apontado até agora pela auditoria.

2) Folha – Após eleições, otimismo de empresas brasileiras atinge maior nível em mais de quatro anos
O fim da incerteza eleitoral injetou otimismo nas empresas brasileiras e levou, em outubro, o indicador que mede a expectativa com os negócios ao maior nível desde junho de 2014, aponta, em relatório, a IHS Markit, empresa de informações.

3) Estadão – Castello Branco é convidado para presidir a Petrobrás
RIO – O economista Roberto Castello Branco foi convidado para assumir o comando da Petrobrás, afirmou ao Estado uma fonte graduada da equipe econômica de Jair Bolsonaro. Ex-diretor do Banco Central e da Vale, ele fazia parte do time de especialistas que Paulo Guedes reuniu durante a campanha para debater a formulação de propostas econômicas para o então presidenciável.

4) Estadão – Nome para Minas e Energia deve ser definido esta semana
BRASÍLIA – Com a manutenção do Ministério de Minas e Energia (MME) separado da Infraestrutura no governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, a equipe de transição deve definir nesta semana o nome para assumir a pasta. Os mais cotados são o ex-secretário executivo do MME Paulo Pedrosa e o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires. 
5) Valor – Bolsonaro defende futura ministra
O presidente eleito Jair Bolsonaro rebateu ontem críticas à futura ministra da Agricultura de seu governo e afirmou que Tereza Cristina (DEM-MS) “goza de toda a confiança nossa”. De acordo com matéria do jornal “Folha de S. Paulo” veiculada ontem, a futura ministra teria concedido incentivos fiscais ao grupo JBS na mesma época em que arrendava uma propriedade sua no município de Terenos (MS) à empresa dos irmãos Joesley e Wesley Batista para a criação de bois.

6) O Globo – Atraso em reforma deve gerar perdas de quase R$ 2 bi por mês
A indicação do presidente eleito, Jair Bolsonaro, de que negociará com o Congresso uma nova proposta de reforma da Previdência em 2019, em vez de trabalhar pela aprovação da enviada no fim de 2016 ao Legislativo por Michel Temer, terá alto custo para o primeiro ano de mandato. Segundo estimativas da Secretaria de Previdência, o governo deixará de economizar R$ 22,8 bilhões com o adiamento da reforma por mais um ano, ou R$ 1,9 bilhão por mês, reduzindo ainda mais espaço no Orçamento.

*Segunda-feira, 19 de Novembro de 2018*
Exercício anima bolsa. Rali de Natal depende de NY
Por ROSA RISCALA* (@rosa_riscala)

… Mercados têm mais uma semana com dois feriados. Amanhã o Dia da Consciência Negra fecha as bolsas em SP e, na 5ªF, é Ação de Graças, nos EUA. Mas tem muita coisa para acontecer. No Exterior, há preocupação com as crises da Itália e do Brexit. Já NY anda apostando no fim do aperto dos juros e em um acordo com a China, que animam os comprados no exercício das opções e já levam o investidor a sonhar com o rali de Natal.

… Na 6ªF, o Ibovespa rompeu os 88 mil, para fechar na máxima, a 88,5 mil pontos. O exercício hoje ainda pode distorcer o mercado, mas a maioria está otimista e acredita em boas surpresas para o fim do ano.

… No centro do jogo, a ação de Petrobras conta com a votação do projeto de cessão onerosa no Senado, prevista para esta 4ªF, 21. Amanhã o Congresso funciona e Eunício Oliveira deve chamar a urgência da matéria.

… A lei definirá a revisão do contrato da União com a Petrobras, liberando o governo para o leilão do pré-sal, em 2019, que deve arrecadar de R$ 100 bilhões a R$ 130 bilhões, cerca de R$ 30 bilhões para a estatal.

… Na última 6ªF, Guardia disse: “Vamos deixar a cessão onerosa na marca do pênalti para leilão em 2019”.

… O ministro da Fazenda, que concordou em repassar parte dos recursos a Estados e municípios, deu entrevista ao Estadão de sábado, alertando para os riscos de um novo socorro sem a contrapartida do ajuste fiscal.

… Ainda na pauta política, com a definição de nomes para o BC (Roberto Campos Neto), BNDES (Joaquim Levy) e Tesouro (Mansueto Almeida), a expectativa recai sobre o comando de estatais como Petrobras e Eletrobras.

… Para Petrobras, a permanência de Ivan Monteiro chegou a ser admitida nos bastidores da equipe de transição, mas não foi (ainda) oficializada. Já na Eletrobras, a expectativa é de um nome que defenda a privatização.

… Já ajudaria a confirmação de Paulo Pedrosa, ex-secretário-executivo de Fernando Coelho, para assumir o MME, apoiado por Mourão. Onyx prefere Adriano Pires, do CBIE. A definição deve sair esta semana (Broadcast).

… As nomeações para a equipe econômica do governo Bolsonaro entram como fator de entusiasmo e confiança, repercutindo bem inclusive na mídia internacional. Só o que está faltando nesta festa é o estrangeiro voltar.

… Antes do fim de semana, matéria do WSJ destacou a equipe de “falcões fiscais” para comandar a economia.

… As coisas devem melhorar para os emergentes se o FED confirmar as indicações recentes de que pode ir com mais calma nos juros e se Trump entrar em entendimento com a China, como se espera que aconteça.

… A Casa Branca ainda faz jogo duro, como no fim de semana, quando o vice-presidente, Mike Pence, disse na reunião dos líderes da Ásia-Pacífico que os EUA só vão retirar as tarifas se a China mudar a política comercial.

… As divergências impediram que os 21 países da região chegassem a um comunicado final, mas as expectativas são positivas. No final do mês, Trump e Xi Jinping estarão juntos na reunião do G-20, na Argentina.

… Uma lista de demandas de ambas as partes já está sendo discutida por representantes dos dois países. Como disse Trump, em entrevista na 6ªF, a “China quer um acordo comercial e os EUA esperam fechar esse acordo”.

ANTES DA POSSE – Os ensaios das primeiras crises no novo governo estão longe da economia, com a saída de Cuba do “Mais Médicos” e as denúncias envolvendo os futuros ministros Onyx Lorenzoni e Tereza Cristina.

… No domingo, a Folha mostrou que a futura ministra da Agricultura está na delação da JBS. Tereza concedeu incentivos fiscais ao grupo quando era secretária no governo de André Puccinelli, em MS (2007-2014).

… Na época, ela teria arrendado terras de propriedade de sua família, em Terenos (MS), aos irmãos Batista.

… Questionado, Bolsonaro disse que também era réu no STF, que a futura ministra não foi julgada, que “apenas um processo foi apresentado” e que Tereza Cristina, “no momento”, goza de toda sua confiança.

… O presidente encerrou afirmando que, “se algum ministro cometer erro grave, a gente toma providências”.

… Também o futuro ministro Onyx Lorenzoni está às voltas com nova denúncia sobre recebimento de caixa dois, de mais R$ 100 mil, da JBS. Da primeira vez, pediu desculpas. Da segunda, reagiu com indignação.

… A relação próxima de Bolsonaro e Onyx já custou a saída do general Oswaldo Ferreira, que seria o ministro da Infraestrutura e decidiu se afastar, após um racha entre os dois na equipe de transição, também na Folha.

… Em relação ao “Mais Médicos”, Bolsonaro continua acusando o regime de escravidão a que os cubanos são submetidos no Brasil, sem, no entanto, esclarecer como pretende substituir esses profissionais.

… “Eu não sou presidente. Dia 1º de janeiro vamos apresentar o remédio, se bem que Temer já está trabalhando nesse sentido”. O episódio tem potencial para se transformar em uma crise no início de seu governo.

HOJE – Novo encontro de integrantes do Ministério da Saúde, da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e da embaixada de Cuba deve definir o cronograma da saída dos cubanos do programa Mais Médicos.

… Ainda na agenda política, Bolsonaro volta a Brasília amanhã (3ªF) para mais dois dias de reuniões com a sua equipe de transição. No dia 23, faz exames pré-operatórios em São Paulo para a cirurgia em 12 de dezembro.

NA CÂMARA – Projeto de securitização da dívida dos Estados, que permite a governadores e prefeitos venderem créditos que têm a receber, pode entrar na pauta de votações dos deputados, a ser definida amanhã (3ªF).

… Estão ainda na fila: a participação de estrangeiros nas companhias aéreas, a divisão dos recursos da loteria, o Simples Nacional, nova Lei de Licitações, novo Cadastro Positivo e MP que cria o Fundo Ferroviário.

… Já a MP 844, que altera as regras do marco legal do saneamento para facilitar a privatização de empresas públicas de saneamento básico, terá de ser votada hoje, 2ªF, ou vai caducar.

MAIS AGENDA – Entre os indicadores, destaque para o IPCA-15/novembro (6ªF), que pode confirmar a tendência de deflação este mês. Dados da arrecadação e Caged são esperados para esta semana, sem dia definido.

… Hoje, tem IPC-S da 2ª quadrissemana de novembro e a 2ª prévia do IGP-M de novembro (8h).

EUROPA NO FOCO – Comissão Europeia pode abrir “procedimento de déficit excessivo” contra Roma já na 4ªF.

… Se a Itália continuar insistindo em não acertar seu orçamento – que prevê déficit de 2,4% do PIB em 2019 – pode receber multa equivalente a 0,2% do PIB, ou 3,4 bilhões de euros.

… Na mesma 4ªF, Theresa May responde a perguntas do Parlamento britânico sobre o acordo para o Brexit.

… Enfraquecida, May periga sofrer um voto de desconfiança, que pode tirá-la do cargo. A mídia britânica dava conta que os 48 pedidos parlamentares necessários para isso podem ser alcançados até amanhã.

… Ainda na Europa, o BCE divulga ata da reunião de política monetária de outubro (5ªF).

… A OCDE divulga o PIB/3TRI (3ªF) de seus países membros e publica relatório de projeções globais (4ªF), que pode sinalizar para onde vai a economia dos mais ricos.

… No Japão, tem CPI de outubro (4ªF).

NOS EUA – A semana também é mais curta por causa do feriado de Ação de Graças (5ªF). Na 6ªF, bolsas de NY e mercados de Treasuries fecham mais cedo, às 13h, reduzindo a liquidez nos mercados domésticos.

… Entre os indicadores mais relevantes estão encomendas de bens duráveis (outubro), indicadores antecedentes e Confiança do Consumidor da Universidade de Michigan, todos na 4ªF. O PMI composto de novembro sai na 6ªF.

… Hoje, sai o Índice NAHB de confiança das construtoras. A expectativa é de 67 em novembro, de 68 em outubro.

… John Williams (FED/NY), membro do FOMC, fala três vezes ao longo do dia (12h40 e 13h45 e 18h15).

ANIMAÇÃO – Na 6ªF, o mercado se ajustou à forte alta dos ADRs na véspera (Proclamação da República), ativada pela definição de Roberto Campos Neto para o BC e permanência de Carlos Viana na Política Econômica.

… A informação do BC, de que Viana chegou a acordo com Campos Neto para permanecer no cargo “por tempo considerável”, deu respaldo adicional ao avanço da bolsa, à queda do dólar e dos juros futuros.

… A confirmação do fiscalista Mansueto Almeida na Secretaria do Tesouro foi festejada por traders e analistas.

… O Ibovespa rompeu os 88 mil pontos, com alta de 2,96%, fechando na máxima, aos 88.515 pontos.

… O volume financeiro foi forte, R$ 13 bilhões, para um pós-feriado, e agora a expectativa é para ver se o fluxo estrangeiro volta à bolsa, quesito que falta para o Ibovespa galgar novos recordes.

… Parte do kit Brasil, Eletrobras liderou as altas do índice, com ON a R$ 25 (+8,65%) e PNB a R$ 28,02 (+7,15%), em reação à edição de duas MPs para facilitar a venda da Amazonas Distribuidora, no leilão do dia 27.

… As ações da Petrobras, no alvo do exercício das opções, subiram forte, com a PN a R$ 25,10 (+2,79%) e a ON indo mais longe, a R$ 27,19 (+3,16%). A disputa é na série PETRK26. A ação chegou a bater R$ 25,92.

… No setor financeiro, Bradesco ON (+5,56%, a R$ 33,25) liderou; PN subiu 4,85%, para R$ 37,22, seguida de Itaú PN +3,09%, a R$ 52,75 e ON +2,97%, cotada a R$ 45. Vale ON avançou 1,79%, para R$ 56,15.

… Braskem PNA ganhou 7,46% com notícia de que uma oferta da LyondellBasell pode ser feita ainda este mês.

NO CÂMBIO – O otimismo derrubou o dólar, -1,20%, para R$ 3,7384, no mercado à vista. Na semana, o saldo foi estável. A perda de terreno da moeda americana no Exterior reforçou o movimento aqui dentro.

… Para operadores, o mercado ainda se ajusta à alta que levou a moeda para R$ 3,82 e busca um novo suporte, entre R$ 3,70 e R$ 3,80. Há pouco risco de ficar abaixo de R$ 3,70, acreditam.

DI – Os retornos dos juros abriram o dia em queda e tocaram as mínimas à medida que o dólar caía.

… O contrato de DI para janeiro de 2020 caiu a 6,89%, de 6,947%; o janeiro/2021 terminou o dia a 7,91%, de 8,043%; o janeiro/2023 fechou a 9,16%, de 9,403% e, o janeiro/2025, a 9,69%, de 101,3%.

SEM FÔLEGO – Comentários de dirigentes do FED na 6ªF, sinalizando preocupações com a desaceleração global, derrubaram o dólar e o retorno dos Treasuries e contribuíram para abortar uma recuperação no petróleo.

… Nas bolsas em NY, a produção industrial menor que a esperada nos EUA limitou os ganhos que vieram após declarações positivas de Trump sobre a China, prevendo um acordo comercial no G-20 (fim do mês).

… Depois de Jerome Powell dizer (4ªF) que o FED detectou perda de fôlego na atividade global, foi a vez de o vice Richard Clarida (vota no FOMC) admitir “evidências” de desaceleração da economia mundial.

… Segundo Clarida, isso deve ser “contabilizado” no cálculo do BC americano na normalização dos juros.

… As declarações reforçaram apostas em um possível freio no ritmo de aperto monetário já indicado pelo FED. Para o ABN Amro, foi especialmente inesperada a fala de Powell mencionando ventos contrários aos EUA.

… Charles Evans (Chicago) e Robert Kaplan (Dallas) discursaram no mesmo tom e ajudaram no clima de cautela. Patrick Harker (Filadélfia) disse não estar convencido de que seja prudente uma alta de juros em dezembro.

… O resultado foi que o retorno dos Treasuries teve queda expressiva, com o yield da Note de dez anos recuando para 3,070%, de 3,106%, enquanto o dólar cedeu ante seus principais pares.

… O iene (112,79/US$) ganhou terreno. Libra (US$ 1,2827) e euro (US$ 1,1418) também avançaram com notícias de que o ministro do Meio Ambiente britânico, Richard Glove, decidiu seguir no governo.

… A permanência de Glove ameniza as preocupações em torno de Theresa May, que pode enfrentar um voto de desconfiança no Parlamento britânico esta semana. Na 6ªF, ela nomeou Stephen Barcley novo ministro do Brexit.

WALL STREET – As bolsas em NY fecharam sem direção única, na 6ªF, após o dia inteiro em sobe-e-desce.

… Comentários de Trump sobre uma lista de propostas de comércio “bastante completa” enviada pela China impulsionou, mas a produção industrial (+0,1%) em outubro, menor que o esperado (+0,2%) limitou os ganhos.

… No fechamento, o Dow Jones subia 0,49% (25.413,22 pontos), S&P 500, +0,22% (2.736,27 pontos), enquanto o Nasdaq destoou dos demais índices, com baixa de 0,15% (7.247,87 pontos), pressionado pela Nvidia (-16,33%).

… A fabricante de chips despencou na bolsa com vendas trimestrais abaixo do esperado, e acabou influenciando negativamente para as quedas de Google (-0,26%), Netflix (-1,33%) e Facebook (-3%).

PETRÓLEO – No mercado de energia, após subirem mais de 2% na sessão, numa tentativa de apagar as perdas recentes, as cotações perderam força e fecharam perto da estabilidade. Mas o impasse prevalece.

…. Se por um lado, a demanda mundial preocupa, por outro, relatos de que a Opep e os aliados podem cortar a produção em 1,4 milhão BPD, em vez de 1 milhão, no próximo dia 6, deu suporte aos preços.

… Na Nymex, o WTI fechou estável em US$ 56,46 por barril, em nada contribuindo para amenizar a queda de 6,20% na semana. Na londrina ICE, o Brent subiu 0,21%, para US$ 66,76, com baixa de 4,87% na semana.

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