Resumo dos jornais desta segunda-feira (15) | Claudio Tognolli

Chico Bruno

Manchetes dos jornais

O GLOBO: Apesar de renovação, presidente eleito vai depender do centrão na Câmara

O primeiro turno da eleição mudou a cara da Câmara dos Deputados, com renovação de 47,3% nos mandatos. Mesmo com bancadas menores, no entanto, partidos tradicionais continuarão sendo fundamentais para a formação da base do novo presidente, seja Jair Bolsonaro (PSL) ou Fernando Haddad (PT). O MDB e as legendas do centrão (PP, PR, PSD, PRB, PTB, PROS, SD e PSC) perderam 15% de seus espaços, mas somam 207 votos. As duas maiores bancadas, PT (56 eleitos) e PSL (52) não poderão dispensar essas siglas para aprovar projetos de lei. 

Estadão: alta de dinheiro para o PAC prejudica planos de candidatos

Falta de verba, problemas técnicos e indícios de crimes são as principais razões para a paralisação de 2.914 obras espalhadas pelo País. A retomada desses projetos é apontada pelos candidatos à Presidência, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), como a principal estratégia para a geração de empregos. Porém, segundo o Ministério do Planejamento, há R$ 132 bilhões em investimentos travados só no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A falta de dinheiro responde pela paralisação de 294 obras, que somam R$ 62,9 bilhões. Falhas na elaboração são a causa da interrupção de outros 1.359 projetos, no valor total de R$ 25,5 bilhões. As cifras referem-se apenas ao conjunto de obras do PAC executadas com recursos do Orçamento Geral da União. Em junho, o Estado mostrou que havia no País 7.400 obras a serem tocadas com verbas federais que estavam paradas.

Folha: Plano de candidatos exige mudança na Constituição

Algumas das principais propostas dos presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) dependem de mudanças no texto da Constituição de 1988. Para aprovar emenda à Carta é preciso o apoio de três quintos do Congresso, o que será difícil num cenário de fragmentação partidária. Bolsonaro pretende reduzir a maioridade penal, inicialmente de 18 para 17 anos — um futuro presidente promoveria a queda para os 16. Entre especialistas, há dúvidas se essa alteração no texto constitucional seria juridicamente possível, por envolver o direito à vida e acordos firmados pelo Brasil. A permissão para a exploração econômica de reservas indígenas, outra ideia do presidenciável do PSL, também deve exigir emenda. No programa de governo do Haddad, há ao menos sete propostas de mudança na Constituição, incluindo a extinção do teto fixado para as despesas do governo federal. O petista recuou do plano de convocar uma Assembleia Constituinte, incluída no programa oficial de governo no primeiro turno. Já Bolsonaro desautorizou seu vice, que aventou uma nova Carta a ser redigida por uma comissão de notáveis e submetida a referendo popular. 

Correio: 25 mil vagas abertas para o serviço público

São 24 concursos espalhados em todo o país, com salários médios de R$ 6,2 mil, como os da AGU. No Distrito Federal, destaque para o edital da Codhab, que ofecere 236 cargos de níveis médio e superior. 

Valor: Bolsa Família é força cadente, mas ainda favorece o PT

O PT manteve vantagem, no primeiro turno da eleição presidencial, nas áreas mais atendidas pelo programa Bolsa Família. A campanha do candidato Jair Bolsonaro (PSL) reagiu aos dados e prometeu, na semana passada, criar um “13º salário” para os beneficiários do programa. 

Notícias

Empresas adiam contratação de temporários – O sonho do emprego de fim de ano foi adiado. Segundo a Confederação Nacional do Comércio, devido à incerteza com as eleições, 25% das admissões de temporários ocorrerão em dezembro, quando geralmente se contratam cerca de 10% das vagas. Esse processo costuma começar em setembro. 

Álcool e drogas têm relação com mortes violentas – Estudo da USP mostra que em 55% das mortes violentas ocorridas na cidade de São Paulo a vítima consumiu álcool ou drogas momentos antes do óbito. São adultos que morreram em razão de homicídios (26%), acidentes de trânsito (20%) e suicídio (10%). O álcool lidera as ocorrências.

Mortalidade de bebês com microcefalia é 3 vezes maior – De novembro de 2015 até julho deste ano, 218 crianças nascidas com a chamada síndrome congênita do zika (que inclui microcefalia) morreram no País. Considerando apenas os mortos antes de completarem um ano, foram 188 óbitos – 5,82% de 3.226 bebês. O índice é três vezes maior que o observado na população em geral. Médicos e famílias atribuem parte das mortes a falhas no serviço de saúde.

Moro homologa delação de executivo da Mendes Júnior – O juiz federal Sérgio Moro homologou a delação premiada de Rogério Cunha de Oliveira, ex-executivo da Mendes Júnior condenado a 25 anos, 8 meses e 20 dias na Operação Lava Jato. Segundo os termos do acordo, ele ficará um ano seis meses em regime fechado. Cunha iniciou em agosto o cumprimento de sua pena em regime fechado, que chegou a ser reduzida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que reconheceu a atenuante pelo fato de ter confessado crimes. A multa do acordo foi inicialmente prevista em R$ 3,2 milhões, mas foi aumentada para R$ 4,3 milhões em meio às negociações após o ex-executivo reconhecer voluntariamente que havia omitido pagamento de R$ 700 mil a um conhecido operador financeiro. 

Chico, Gil e Caetano processam, juntos, vereador – Segundo publicação do colunista Ancelmo Gois, Chico Buarque, Gilberto Gil e Caetano Veloso se uniram para processar juntos, pela primeira vez, o vereador Thimóteo Cavalcanti (PR), de Angra dos Reis. É que ele, em plenário, disse que os três artistas são “pilantras, subversivos e vagabundos”. Ainda afirmou que a trinca recebia… bolsa ditadura e os três eram isentos de imposto de renda. Tudo mentira. 

Moraes determina transferência de Gurgacz para o DF – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou neste domingo (14), a imediata transferência do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) para o Distrito Federal, para que ele possa iniciar o cumprimento de pena de quatro anos e seis meses de prisão em regime semiaberto. Gurgacz foi condenado em fevereiro pela Primeira Turma do STF por crimes contra sistema financeiro nacional. O parlamentar está internado desde a quarta-feira, 10, em Cascavel (PR), onde tem família. Na decisão deste domingo, Moraes observa que, apesar de ter nascido na cidade paranaense, Gurgacz exerce o cargo de senador pelo Estado de Rondônia. “Não parece existir dúvidas sobre a adequação do início de execução da pena no Distrito Federal”, afirma o ministro.

Placas para Marielle – Depois de a placa-homenagem com o nome de Marielle Franco (PSOL) ter sido quebrada pelos então candidatos eleitos Rodrigo Amorim e Daniel Oliveira, um ato em homenagem à vereadora distribuiu mil placas com o nome da parlamentar neste domingo (14), no Rio de Janeiro. As placas acabaram em uma hora. Apesar da distribuição, os manifestantes foram instruídos a não pendurar as placas nas ruas e a guardá-las “como memória”. 

Política volta à Sapucaí – No próximo carnaval a política volta para a avenida. A escola de samba Mangueira vai fazer uma homenagem a vereadora Marielle Franco (PSOL). “Salve os caboclos de julho/ Quem foi de aço nos anos de chumbo/ Brasil, chegou a vez/ De ouvir as Marias, Mahins, Marielles, Malês”, diz um trecho da música, informa O Globo.

A crise que os partidos demoraram a entender – Os partidos tradicionais sobreviveram ao julgamento do mensalão, em 2012, às manifestações de rua, um ano depois, e às primeiras denúncias da Lava-Jato, ainda em 2014. Mas acabaram derrubados no último dia 7 por uma eleição sem precedentes na história política brasileira. Apesar de uma ou outra resistência em determinados estados, a mudança de votos abalou as legendas para além de uma simples troca de poder nos executivos e nos legislativos. A queda de figuras emblemáticas e o arrasto de votos no PSL, o partido do presidenciável Jair Bolsonaro, pegou de surpresa políticos, marqueteiros e cientistas políticos. Uma semana depois do vendaval, o Correio tentou buscar algumas respostas para explicar as quedas no primeiro turno. “O discurso contra tudo e todos funcionou e atingiu diretamente o sistema político tradicional brasileiro”, afirma o professor Ivo Coser, coordenador do grupo de teoria política da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A crise econômica, seguida do desemprego de 13 milhões de pessoas, é considerada um dos componentes para a implosão dos partidos. “Foi como jogar gasolina no fogo aceso pelo eleitor com as denúncias contra os políticos e as manifestações”, diz Coser. Tal qual um acidente de avião, há uma série de fatores combinados para a queda dos partidos políticos nas eleições de domingo. O problema é que nenhum político parece ter se preparado, mesmo com todos os sinais das mudanças. Os números do déblâcle dos partidos desmentiram as análises de cientistas políticos, que insistiam na tese de baixa renovação no Congresso.

Lado a lado – Segundo os cálculos do PT, 700 artistas estão “fechados” com a esquerda. No PSL, estima-se que 300 famosos estejam a favor da direita. Mas há, também, famosos que não declararam apoio no segundo turno. Ainda assim, eles criticam aqueles com quem não simpatizam. Um deles é Caetano Veloso, que afirmou ter votado em Ciro Gomes (PDT) no primeiro turno e, agora, ataca Bolsonaro nas redes sociais e na imprensa escrita. Ele desqualificou publicação do filósofo Olavo de Carvalho, que apoia o militar, e disse que o candidato do PSL faz incitação à violência. “Caso Bolsonaro se eleja, imediatamente à sua posse, seus opositores serão não apenas derrotados, mas totalmente destruídos enquanto grupos, organizações e até indivíduos”, escreveu Caetano. Mesmo com as celebridades inicialmente receosas sobre o embarque nas campanhas, o movimento de última hora continua trazendo notoriedade aos nomes propagados defendem especialistas.

Em 16 anos, PT perde 1/3 dos votos em legenda – O PT perdeu 1/3 dos votos em legenda para a eleição de deputado federal desde 2002. Nesta eleição, a sigla ficou com 18,4% da preferência do eleitorado ante 27,1% registrados há 16 anos. O PSDB perdeu 70% desses votos desde 2014. Por outro lado, o PSL se tornou o segundo partido com mais votos em legenda neste ano, com 15,4% – em 2002, teve 0,5%. 

Petismo resiste no interior – Partido venceu nas cidades com menos de 10 mil habitantes, a maioria no Nordeste, nas quais obteve 70% dos votos. 

Haddad: ‘Ele é o cara mais baixo que eu conheci’ – O candidato à Presidência Fernando Haddad (PT), em entrevista ao El País, soltou o verbo contra o adversário Jair Bolsonaro (PSL). “Ele é o cara mais baixo que eu conheci na vida pública. Não é nem do baixo clero do Congresso, é do porão”, afirmou. A resposta em tom alto foi sobre a disseminação de notícias falsas sobre Haddad distribuídas supostamente pela campanha de Bolsonaro.

Lula não pede benefício – O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, voltou a afirmar, quando questionado sobre a possibilidade, se eleito, de dar um indulto ao ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva, que ele não quer. “Ele não pede. É engraçado vocês me pedirem para me posicionar sobre algo que o presidente não está pedindo. Ele está pedindo um julgamento justo”, disse Haddad em entrevista ao site do jornal El País neste domingo (14). Em setembro, o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, afirmou que o plano de Lula é eleger Haddad para sair da cadeia. Dias depois, Haddad afirmou, em entrevista à rádio CBN e ao site G1, que o próprio Lula descarta a probabilidade e defende que saia da cadeia provando na Justiça que é inocente. “Lula é o primeiro a dizer que não quer favor, quer reconhecimento do erro do Judiciário”, disse. “Não. Não ao indulto”, completou.

Haddad faz aceno a FHC em ‘nome da democracia’ – Fernando Haddad, candidato do PT ao Planalto, aproveitou entrevista de Fernando Henrique Cardoso para fazer um aceno ao ex-presidente tucano em busca de apoio contra Jair Bolsonaro (PSL). Na entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, divulgada também pela Agência Estado, FHC pondera que não é uma “porta aberta, mas há uma porta” entre ele e Haddad. “O outro não tem porta, (…) tem um muro”, completou. “Se existe uma porta que precisa ser aberta em nome da democracia, todo mundo tem a obrigação de abrir essa porta”, disse Haddad, neste domingo, após evento com representantes de entidades de pessoas com deficiência.

PT evita rever tese de que foi vítima de sabotagem – O PT e seu candidato a presidente, Fernando Haddad, têm procurado não fazer reconhecimento mais completo dos erros do governo Dilma. Em documento de 2016, a legenda se autocriticou por não ter evitado “a sabotagem conservadora” de instituições.

PT aposta em contradições – Pesquisas qualitativas feitas pelo PT deram novo norte aos aliados de Fernando Haddad que buscam uma rota para desconstruir Jair Bolsonaro (PSL). Integrantes da equipe do petista dizem que “não é chamando o eleitor dele de fascista” que vão minar o apoio ao candidato do PSL. A ordem é explorar contradições de Bolsonaro e tentar apresentá-lo como mentiroso. Essa foi à linha definida na última propaganda, que expôs posições divergentes do presidenciável sobre o Bolsa Família. O PT começou a exibir votos do capitão reformado na Câmara em projetos de interesse social para pôr em dúvida propostas que ele faz hoje.

Bolsonaro promete devassa na Petrobras e no BNDES- O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) pretende realizar, caso eleito, uma devassa na Petrobras e no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Ele vai fazer uma auditoria profunda”, informou ao Valor um integrante do núcleo da campanha de Bolsonaro, referindo-se ao BNDES e à Petrobras. 

Xanthopoylos quer a volta da educação moral e cívica – Cotado para ser o ministro da Educação em um possível governo de Jair Bolsonaro (PSL), Stavros Xanthopoylos, de 59 anos, defende o ensino de “uma moral e cívica do século XXI” nas escolas, que una os conceitos de patriotismo e nacionalismo ao que chama de “cidadania digital”.

Bolsonaro intensifica publicações em inglês – O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) tem aumentado a quantidade de publicações em inglês em suas redes sociais. A estratégia é uma forma de falar ao público internacional, como investidores. Só no sábado (13), foram duas postagens no idioma. A primeira afirma que a esquerda “financiou governos ditatoriais por meio do nosso banco de desenvolvimento” (BNDES)–, além de votar pelo fim de investigações e querer controlar a mídia. Na outra, o candidato diz que governos autoritários são marcados por traços como alianças com ditaduras e desarmamento da população. A questão do armamento é uma das principais bandeiras de Bolsonaro.

Após Haddad apagar informação, Bolsonaro ataca o petista – O candidato do PSL à presidência da República, Jair Bolsonaro, publicou neste domingo (14), no Twitter, uma mensagem na qual ataca o seu adversário no segundo turno da eleição presidencial, Fernando Haddad (PT), em razão de uma informação falsa que foi publicada pelo petista em seu perfil e depois apagada. “Após mentir descaradamente que votei contra os deficientes, o marmita de corrupto preso também apagou as acusações como se nada tivesse acontecido. A mentira nunca vencerá a verdade!”, escreveu Bolsonaro. O tuíte de Haddad criticava Bolsonaro por supostamente ter votado contra o Estatuto da Pessoa com Deficiência. A publicação, depois, foi apagada. Procurada, a equipe do petista disse que, na verdade, Bolsonaro se absteve da votação, e que por isso a postagem foi excluída.

Promessas do capitão – No sábado (13), Bolsonaro gravou vídeos direcionados ao Nordeste. Ele falou sobre o pagamento do 13º salário para o Bolsa Família e propostas para o semiárido. As peças serão incluídas nas propagandas do candidato na TV. A equipe do presidenciável incluiu entre as propostas do plano de governo o incentivo à atuação do Exército na construção de poços artesianos no sertão nordestino. Outra ação que entrou no catálogo do PSL é a conclusão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), estratégica para escoar minério e grãos na Bahia.

Comunicação de Bolsonaro usa tática militar de ponta – Os recursos escassos, a estética do material de divulgação e as constantes contradições de Jair Bolsonaro (PSL) e seus aliados podem levar à impressão de que a estratégia de comunicação do candidato é amadora. Contudo, segundo o antropólogo Piero Leirner, professor da Universidade Federal de São Carlos que estuda instituições militares há quase 30 anos, a comunicação de Bolsonaro tem se valido de métodos e procedimentos bastante avançados de estratégias militares, manejados de maneira “muito inteligente, precisa, pensada”.

Bolsonaro lembra: ‘Haddad é Lula’ – Enquanto Fernando Haddad (PT) tenta descolar sua imagem de Lula, Jair Bolsonaro vai na direção oposta: quer mais é mostrar que Haddad continua sendo Lula. Na propaganda eleitoral do candidato do PSL que deve ir ao ar nesta segunda-feira, 15, Bolsonaro lembra que o ex-prefeito esteve com Lula como primeiro ato após ser confirmado no segundo turno e que só deixou de ir por ordem do ex-presidente. Ao mesmo tempo, a propaganda coloca duas “qualidades” do ex-capitão: terá a segunda maior bancada na Câmara e faz uma campanha com poucos recursos, não utilizando o fundo eleitoral.

Escola sem ‘direção ideológica’ – Coordenador das propostas do Ministério de Educação de Jair Bolsonaro (PSL), o general Aléssio Ribeiro Souto diz que “é forte a ideia” de revisão de currículos e de bibliografias usadas nas escolas, informa Renata Agostini. Ordem é evitar a exposição de crianças a “ideologias”. 

412 cidades migram para Bolsonaro – Jair Bolsonaro (PSL) impôs a Fernando Haddad (PT) uma derrota no primeiro turno em 412 cidades consideradas redutos petistas pelo país, segundo levantamento da Folha. Nesses locais, o capitão reformado reverteu à tradição de vitória do PT, vista nas três últimas eleições presidenciais. Em todas as cidades analisadas, Bolsonaro obteve ao menos 34% dos votos válidos. A força eleitoral do candidato do PSL e o avanço do antipetismo o fizeram alcançar mais de 50% dos votos válidos em 138 desses municípios. 

Estreantes e militares são destaque na bancada do PSL – Eleita pela onda conservadora que pode levar Jair Bolsonaro ao Planalto, a bancada de 52 deputados do PSL —a segunda maior da Câmara — tem 30 novatos. Policiais e militares ocuparão 21 vagas. Desde o fim da ditadura militar (1964-1985), nunca uma sigla acumulou tamanho poderio em tão pouco tempo. O grupo já fala em disputar a presidência da Câmara.

Tempestade Leslie deixa 27 feridos em Portugal – O furacão Leslie, que atingiu a costa de Portugal transformando-se numa tempestade tropical, deixou 27 pessoas feridas enquanto arrancava árvores, derrubava linhas de energia e destruía vitrines com rajadas de vento e chuva forte. Mais de 60 pessoas foram obrigadas a deixar suas casas pela tempestade e outras 300 mil pessoas ficaram sem energia elétrica durante a noite, informou a Agência Nacional de Proteção.

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