Projeto do MP SP faz 3.200 coletas de DNA de presos por crimes sexuais | Claudio Tognolli
Houve coincidências com casos de SP e outros Estados

No âmbito de projeto conjunto que envolve o Núcleo de Execuções Criminais do Centro de Apoio Operacional Criminal (CAOCrim) do Ministério Público, a Secretaria de Segurança Pública e a Superintendência da Polícia Técnico-Científica, foram realizadas no Estado 3.200 coletas de DNA de condenados em regime fechado e semiaberto por crimes sexuais, recolhidos em unidades prisionais de Guarulhos, Itaí, Iperó, Sorocaba, Ribeirão Preto, Serra Azul e Marília.

Das 3.200 amostras colhidas, 1.100 foram processadas no laboratório de DNA do Instituto de Criminalística, e inseridas no Banco de DNA do Estado de São Paulo e também no Banco Nacional de Perfis Genéticos.

Com este trabalho, até o momento foram obtidas 11 coincidências com casos estaduais e duas coincidências com casos de outros Estados. Os laudos serão confeccionados e encaminhados ao CAOCrim, que remeterá aos promotores com atribuição para atuar nos casos respectivos.

O projeto prossegue e foi expandido para a coleta de material genético também de presos por crimes sexuais apresentados na audiência de custódia da capital, mediante autorização judicial.

 

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