PF deflagra 3 operações em 24 horas | Claudio Tognolli

Operação Seguro combate fraudes ao Fundo de Amparo ao Trabalhador no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (12/12) a Operação Seguro, com o objetivo de desarticular associação criminosa que fraudava o Fundo de Amparo ao Trabalhador.

Foram expedidos, pela 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, 13 mandados de prisão preventiva.

O grupo criminoso inseria falsos vínculos de emprego por meio do Sistema Conectividade Social e em seguida formalizava a dispensa do empregado fictício, gerando o direito à percepção do seguro desemprego.

O prejuízo estimado supera o valor de R$ 1 milhão.

PF deflagra 3ª fase da Operação Arpão de Netuno

João Pessoa/PB – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (12/12) a Operação ARPÃO DE NETUNO – Fase 3, com objetivo de combater o tráfico de drogas no Estado da Paraíba, praticado por uma organização criminosa.

Policiais federais deram cumprimento a 24 mandados de prisão preventiva e 3 de busca e apreensão, nas cidades de João Pessoa/PB e São Paulo/SP. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara de Entorpecentes, da Comarca de João Pessoa/PB.

A investigação demonstrou que, após a deflagração pela Polícia Federal da denominada Operação Gerônimo, no ano de 2017, que teve por objetivo investigar e responsabilizar criminalmente os integrantes da organização criminosa, houve uma reorganização da facção em razão de conflitos internos, com a ascensão de novos líderes, após o afastamento e o decreto da morte de algumas das lideranças anteriores.

A nova estrutura da organização criminosa foi rebatizada e o processo de refundação vem investindo em realizar o cadastro de seus integrantes.

O aprofundamento das investigações revelou detalhes da estrutura da organização criminosa, forma de funcionamento e identificação de seus integrantes, a saber:

1 – O COMANDO da organização criminosa, denominada de PALAVRA FINAL, era exercido por dois homens, ambos presos e cumprindo pena no Presídio PB1, nesta Capital.

2 – A estrutura DELIBERATIVA, denominada de CONSELHO, era composta por 15 integrantes, os quais ocupam o segundo escalão hierárquico da ORCRIM, responsáveis pelas principais decisões do grupo criminoso.

3 – A estrutura EXECUTIVA realizava o loteamento dos bairros de João Pessoa e demais cidades do Estado, com indicação dos responsáveis pelo controle do tráfico de drogas;

4 – A estrutura de CADASTRAMENTO dos integrantes da organização, que era feito mediante fichas individuais, constando data de filiação, área de atuação e padrinho responsável pela indicação;

5   – Por fim, a estrutura FINANCEIRA, denominada de CAIXINHA, consistia na utilização de contas bancárias de terceiros e familiares para ocultação dos valores recebidos com o tráfico de drogas, possibilitando o fortalecimento da grupo criminoso mediante a aquisição de armas, pagamento de advogados e envio de recursos a integrantes presos e familiares.

Foi determinado pelo Poder Judiciário o bloqueio de contas bancárias, totalizando o montante de aproximadamente R$ 500 mil.

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico interestadual de drogas e organização criminosa, cujas penas, somadas, ultrapassam 20 anos de reclusão.

O nome da operação é uma alusão ao poder, à força da atuação do Estado na repressão ao tráfico de drogas.

 

PF desarticula organização criminosa de tráfico internacional de drogas

Jaguarão/RS – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (12/12) a Operação Médio do Sinos, para desarticular organização criminosa especializada no tráfico internacional de drogas, na lavagem de dinheiro e em fraudes processuais.

Policiais federais cumprem três mandados de prisão e quatro de busca e apreensão nas cidades de Novo Hamburgo, Santa Vitória do Palmar e Jaguarão, além do bloqueio de bens e valores de pessoas e empresas ligadas à organização criminosa.

As investigações iniciaram em 2019, a partir da apreensão de 21 kg de cocaína em Jaguarão, em abril, que teriam como destino o Uruguai. No curso do inquérito policial, foram interceptados outros carregamentos de entorpecentes enviados pela organização criminosa ao país vizinho. As apurações apontaram, ainda, para o uso de empresas de fachada situadas nas cidades de Jaguarão e Novo Hamburgo, que serviriam de base de apoio para o tráfico de drogas e para a possível lavagem do dinheiro obtido com a prática criminosa.

A operação foi denominada Médio do Sinos porque o núcleo da organização criminosa tem como base a região do Médio Vale do Rio do Sinos, de onde coordenava as ações ilícitas e o tráfico internacional de drogas pra o Uruguai através da fronteira do Rio Grande do Sul.

 

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