Petrobras sinaliza que não irá mudar preço de combustível em função dos ataques de drones | Claudio Tognolli

A Petrobras decidiu não acompanhar o movimento diário das cotações internacionais do barril de petróleo no primeiro dia após os ataques de drones às instalações sauditas. A política de preços da companhia, no entanto, prevê acompanhar as cotações internacionais, com base em um conceito conhecido como paridade de importação.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que “embora não haja prazos mínimos entre reajustes, a estatal vem fazendo ajustes em períodos mais estendidos do que durante o governo Michel Temer, quando as mudanças chegaram a ser diárias. Essa política gerou insatisfações que culminaram com a greve dos caminhoneiros, em maio de 2018.”

A matéria ainda sublinha que “O último reajuste no preço da gasolina foi anunciado no dia 5 de setembro. Já o preço do diesel subiu duas vezes este mês: no dia 5 e na sexta (13). Para analistas, a crise atual é um teste para a autonomia da Petrobras em alterar os preços dos combustíveis, já questionada em outros momentos —em abril, o presidente Jair Bolsonaro determinou suspensão de aumento do óleo diesel alegando risco de greve dos caminhoneiros.”

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