Os ministros do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski se referiram à troca de mensagens entre o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, da Lava Jato, vazadas pelo site The Intercept, como 'escândalo' | Claudio Tognolli

Os ministros do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski se referiram à troca de mensagens entre o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, da Lava Jato, vazadas pelo site The Intercept, como ‘escândalo’ durante julgamento na Corte nesta terça-feira 11.

“Este voto foi escrito antes deste último escândalo da República de Curitiba”, disse Gilmar, após proferir um voto durante sessão na Corte. “Último, mas não derradeiro”, comentou em seguida Lewandowski, também em referência às conversas.

Mais cedo, Mendes ja’dissera que provas ilícitas que atestem a inocência de uma pessoa podem servir para anular a condenação dela. “Não necessariamente [anula]. Porque se amanhã [uma pessoa] tiver sido alvo de uma condenação por exemplo por assassinato, e aí se descobrir por uma prova ilegal que ela não é autor do crime, se diz que em geral essa prova é válida”, disse.

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