OAB-RJ critica 'política de extermínio' de Witzel e diz que sensação é de perplexidade | Claudio Tognolli

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ), Luciano Bandeira, se disse indignado e perplexo após a morte da menina Ágatha Félix, de 8 anos, atingida por um tiro de dentro de uma kombi durante uma operação policial no Morro do Alemão.

“Chegou a um extremo tão grande… É a morte de uma criança cujo o único pecado que cometeu na vida é o de ser pobre. Por que a política de segurança do Estado é voltada para uma uma política de extermínio”, disse ele, segundo reportagem do Globo.

Para ele, a política do governador, Wilson Witzel (PSC), “demonstra que é uma política que não protege o cidadão, muito menos o mais vulnerável, que é aquele oprimido pelo tráfico e pelas forças de segurança do Estado”.

“O que estarrece é que depois da morte de uma criança a afirmação é que continuarão procedendo dessa forma. Ou seja, vão matar mais crianças, mais inocentes, e chegar a índices inimagináveis em um país onde não está em uma guerra aberta, numa guerra campal”, prosseguiu ainda.

“Não há  remorso, mea culpa, uma vontade de repensar a política de atuação para evitar que outras mortes como essa continuem acontecendo. A perspectiva que temos é que outras Agathas virão em muito pouco tempo. A sensação da sociedade civil, da OAB é de perplexidade e indignação”, concluiu.

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