O que há de quente na mídia hoje | Claudio Tognolli

Folha

Em pesquisa encomendada ao Ibope pelo próprio governo, dois terços da população brasileira manifestam o desejo pelas eleições Diretas Já. A intenção do governo foi aferir as reações ao ‘Caos do Parente’ que provocou uma das maiores e mais caóticas greves já realizadas no país. Os mesmos dois terços também mencionaram a intervenção militar como solução para a falta de comando por que o país atravessa.

“No auge da crise, um terço dos brasileiros, de acordo com as sondagens, defendia intervenção militar imediata no país. Outro percentual equivalente queria a realização de eleições antecipadas, e imediatas, para debelar a crise.

A sondagem foi feita pelo Ibope e entregue à equipe de comunicação do presidente Michel Temer.”

Leia mais aqui.

A Polícia Federal intimou Guilherme Boulos, pré-candidato à presidência pelo PSOL e líder do MTST, a prestar depoimento na próxima quinta-feira. Ele deverá falar sobre o inquérito que investiga a ocupação do tríplex no Guarujá feita por integrantes do movimento que lidera.

Em abril, um grupo de sem-teto ocupou por horas a cobertura do imóvel politicamente atribuído ao petista. Na ocupação foi possível ver o estado de abandono do imóvel, bem como as informações falsas divulgadas pela imprensa de que havia um elevador privativo.

Boulos não esteve no tríplex naquela manhã mas manifestou apoio ao ato. Ele diz haver tentativa de intimidar o movimento.

Leia mais aqui.

Uma ex-funcionária de Bia Doria, cônjuge do pré-candidato ao governo paulista João Doria, tenta receber R$ 70 mil de um processo que ganhou na Justiça trabalhista. Cleide Jane Arco Iris Veras cobrou em carta endereçada ao ex-prefeito o pagamento do valor devido.

“Ganhei o processo em todas as instâncias, ocorre que ele vem se arrastando”, escreveu. Cleide menciona que a Justiça determinou a penhora de um Di Cavalcanti. A mulher de Doria contesta a indenização e a venda do quadro, que diz ser do ex-prefeito. O caso está no Tribunal Superior do Trabalho.

O advogado de Bia Doria, Nelson Wilians, afirmou que João Doria não é parte no processo e que sua cliente “já está em tratativas com a reclamante para a quitação dos valores”.

Leia mais aqui.

***

Estadão

O ministro da Secretaria de Governo Carlos Marun disse que o ‘centro político’ está fadado à derrota nas eleições para o Palácio do Planalto. Para Marun, a direita – que ele chama de ‘centro’ – é que está dividida dessa vez. A sugestão do ministro de Temer é que todos os presidenciáveis desse bloco retirem suas pré-candidaturas e, durante um mês, discutam um programa “arrojado”, com o objetivo de tirar o País da crise.

Marun identificou o esfacelamento da direita e sua manifestação aponta para uma situação política de contornos dramáticos: ele enuncia o que todo espectro político vê, mas reluta em admitir o golpe não tem candidato e corre contra o tempo para garantir algum tipo de sobrevivência política em meio à sua fatal reinvenção – que pode ser também chamada de destruição.

“A proposta de Marun inclui o ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que foi lançado há duas semanas pelo MDB à sucessão do presidente Michel Temer. Questionado pelo Estado se o MDB ainda poderia apoiar o PSDB na disputa, o ministro respondeu que sim, desde que seja construído um “projeto verdadeiro”. Admitiu, no entanto, que houve um distanciamento entre o Planalto e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB). Disse não saber nem mesmo da iniciativa do PSDB de lançar um manifesto, nesta terça-feira, pregando “urgente unidade política” do centro nas eleições.

“O problema é que não existe até hoje no centro um candidato com musculatura eleitoral que atraia. Existem candidatos com extremas dificuldades eleitorais, o tempo está passando e a coisa não avança. Ao contrário”, afirmou Marun. “Todos são ruins como candidatos nesse momento. Ou os partidos que fizeram o impeachment (da então presidente Dilma Rousseff) se unem ou é a derrota porque o segundo turno será entre os extremos.” Marun fez questão de destacar que falava em “nome pessoal”, e não do governo nem do MDB. Sua ideia, no entanto, provocou polêmica logo no domingo à noite, quando ele expôs pela primeira vez a proposta, ao participar do programa Canal Livre, da Band. Na ocasião, não escondeu o aborrecimento com Meirelles.

Leia mais aqui.

error: