O que há de quente na mídia hoje – Claudio Tognolli

Folha

O juiz Nivaldo Brunoni, da 23ª Vara Federal de Curitiba, aceitou a denúncia de 2009 contra o ex-governador Beto Richa, do PSDB. Richa é acusado de desvio de finalidade de R$ 100 mil provenientes do Fundo Nacional de Saúde, que deveriam ter sido aplicados por lei na reforma de três unidades de saúde em Curitiba.

“A denúncia do MPF (Ministério Público Federal) indicou que os valores repassados para as reformas foram aplicados em investimentos, que a licitação das obras totalizou um valor maior do que o estimado inicialmente, que houve a inexecução parcial do convênio e que a prestação de contas revelou a execução de apenas 26% dos serviços propostos.

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) enviou o processo para a primeira instância em abril, quando Richa perdeu o foro privilegiado ao deixar o governo para poder concorrer ao Senado. Nos autos do processo, a defesa de Richa alegou que não houve prejuízo ao erário diante da devolução integral dos valores e que o ex-prefeito não era o ordenador das despesas realizadas. A Justiça decidiu, no entanto, que tais questões serão analisadas com a instrução da ação penal, por se tratarem do mérito.”

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O PT reorienta sua defesa de Lula com foco na reavaliação da prisão em segunda instância. Para o partido, esse é o melhor caminho para garantir a candidatura de Lula ao planalto.

“A decisão de Edson Fachin, do STF, de remeter ao plenário da corte o novo pedido de liberdade de Lula fez o PT dar uma guinada em sua estratégia jurídica. Avaliando que as chances do ex-presidente tornaram-se remotas, a sigla voltou a pressionar o Supremo a reanalisar a autorização de prisões após condenação em segunda instância. O alvo da ofensiva é o ministro Marco Aurélio Mello –relator de ação em que o PC do B pede a suspensão de todos os casos em que houve antecipação de pena.

Petistas e aliados de Lula atuam para obter uma decisão antes do recesso do Judiciário –que começa na semana que vem. A pressa tem motivo: Fachin atrelou à análise do recurso de Lula que foi enviado ao plenário discussão sobre a inelegibilidade do petista.”

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O Globo

A Polícia Federal (PF) investiga novos indícios de pagamentos de propina ao coronel João Baptista Lima Sobrinhoamigo do presidente Michel Temer, referente a contratos do Porto de Santos. No cofre da Argeplan, empresa do coronel, foi encontrada pela PF uma planilha que indicaria o repasse, para Lima, de 17% de um contrato de R$ 50 milhões firmado entre uma empresa de coleta e incineração de resíduos e a Codesp, administradora do terminal santista.
O contrato foi firmado com um consórcio formado pela Transportadora Júlio Simões e a Coletora Pioneira, em 1998, e vigorou por 15 anos. Segundo a PF, a planilha trazia a inscrição 17% ao lado do nome da J.P. Tecnolimp, empresa pertencente ao grupo Julio Simões e que herdou o contrato assinado com a Codesp. Ainda em 1998, segundo as investigações, o consórcio fez um acordo de acionistas com a Eliland, braço de uma offshore no Uruguai.

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