O que há de quente na mídia hoje – Claudio Tognolli

 

Folha

Datafolha : das 2.824 pessoas ouvidas pelo Instituto, 82% rejeitam o governo e, desses, 51% atribuem o desastre ao caos econômico.

O Datafolha aponta que a imagem pessoal do presidente e o desgaste causado por escândalos de corrupção que o envolvem são laterais.

O Datafolha também perguntou ao entrevistado sobre os motivos da repulsa a Temer, sem apresentar alternativas. Entre aqueles que reprovam Temer, 51% citaram espontaneamente sua gestão na economia como razão para o descontentamento. Os aspectos mais criticados foram o desemprego (13%), os preços dos combustíveis (13%) e os impostos (10%). Não aprovam o desempenho do presidente de forma geral 21%, alegando motivos como ele “não ter feito nada pelos pobres” (7%) e despreparo ou incompetência (5%).

“Entre os entrevistados, 15% mencionaram corrupção e desonestidade como fundamentos da má avaliação, sendo que 7% classificaram Temer como corrupto ou ladrão. Os homens se incomodam mais com esses problemas (18%) do que as mulheres (12%).

A imagem do emedebista foi citada por 5% da totalidade dos entrevistados como base da reprovação. Em contraste com os atuais 82% de Temer, o governo Dilma Rousseff (PT) era considerado ruim e péssimo por 28% em junho de 2014, o que foi suficiente para a então presidente ser vaiada na Copa do Mundo, realizada no Brasil.”

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O juiz Sérgio Moro mantém bloqueados os bens e os valores depositados em contas bancárias de Marisa Letícia Lula da Silva mesmo após um ano de sua morte e da extinção de seu processo. O juiz alega que ainda há dúvidas sobre procedência do patrimônio. Defesa vai recorrer, entendendo que o bloqueio é abusivo e viola direitos fundamentais.

Os valores bloqueados por Moro correspondem à metade dos bens comuns de Marisa Letícia e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que teve suas aplicações financeiras congeladas por Moro após a condenação no processo do tríplex no Guarujá.

São três apartamentos, um terreno em São Bernardo do Campo (SP) e dois veículos. Valores em contas bancárias também estão bloqueados. Moro proferiu a decisão de manter os bloqueios no mesmo dia em que que o desembargador João Gebran Neto, do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) deu um prazo de três dias para que o magistrado julgasse a questão Nesse pedido, os advogados solicitam que a parte dos valores bloqueados correspondente à ex-primeira-dama seja liberada já que, após o falecimento, sua punibilidade foi extinta.

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O pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Luiz Marinho, disse ao juiz Sergio Moro que o mensalão não existiu. “Não passa de uma tese do Roberto Jefferson (…) O mensalão não existiu, em absoluto”, afirmou. Marinho também afirmou a Moro que Lula tinha a intenção de comprar o Sítio de Atibaia de Fernando Bittar como um presente para Marisa Letícia.

“Moro perguntou a Marinho como ele explicaria o mensalão – o petista havia indicado desconhecer qualquer esquema ilícito durante a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O pré-candidato prestou depoimento como testemunha de defesa no caso do sítio em Atibaia (SP), em que Lula é réu. Ele afirmou que o petista não favoreceu empreiteiras e que nunca presenciou qualquer comportamento ilícito do ex-presidente.

(…)

Marinho também disse que, em determinada ocasião em 2013, quando caminhavam pelo sítio, o ex-presidente contou que pensava em fazer uma proposta ao empresário Fernando Bittar para comprar o imóvel.A intenção de Lula já havia sido relatada a Moro pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, em depoimento em maio. “O presidente Lula, já há algum tempo, ele achava que precisava comprar o sítio como um presente para a dona Marisa. Ele tinha um pouco de dúvida, mas ele tinha essa intenção”, afirmou Okamotto à época.”

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O Globo

No relatório final da Operação Cui Bono, que investiga irregularidades na Caixa Econômica Federal, a Polícia Federal (PF) ressaltou o envolvimento do presidente Michel Temer na tentativa de compra de silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e do operador Lúcio Funaro.

A acusação é baseada na delação premiada do empresário Joesley Batista, da J&F, revelada com exclusividade pelo colunista Lauro Jardim, do GLOBO, em maio de 2017. Joesley gravou uma conversa com Temer no Palácio do Jaburu, em que o presidente, ao ouvir que o empresário estava “de bem” com Cunha, responde: “Tem que manter isso aí, viu?”

De acordo com a PF, foram encontrados “indícios suficientes de materialidade e autoria” atribuíveis a Temer. A PF diz que o presidente incentivou Joesley Batista a manter pagamentos a Cunha e Funaro, que estavam presos, para que os dois não fizessem acordos de delação premiada.

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