O chefe da Casa Civil do governo de Sérgio Cabral, no Rio de Janeiro, o advogado Régis Fichtner, foi preso em mais uma fase da Lava Jato no Rio – Claudio Tognolli

O chefe da Casa Civil do governo de Sérgio Cabral, no Rio de Janeiro, o advogado Régis Fichtner, foi preso na manhã desta sexta-feira (15) em mais uma fase da Lava Jato no Rio de Janeiro.

De acordo com as investigações, o ex-titular da pasta movimentou muito mais dinheiro do que o R$ 1,6 milhão descoberto pela Lava Jato no RJ e que possibilitou a sua primeira prisão. Em sete datas, durante o ano de 2011 e 2012, por exemplo, o coronel Fernando Martins, que também foi preso, entregou a Regis R$ 1,7 milhão, segundo as apurações.

“A manutenção de Régis Fichtner solto permitiria a dilapidação patrimonial, lavagem e ocultação de bens fruto de práticas criminosas”, argumentam os procuradores da República integrantes da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro.

 Em 2014 e 2016, houve a transferência de R$ 725 mil de Fichtner ao coronel.

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