Museu de Nova York volta a se pronunciar sobre Bolsonaro e diz compartilhar mal-estar de seu público | Claudio Tognolli

NOVA YORK — O Museu Americano de História Natural voltou a se manifestar sobre a homenagem ao presidente brasileiro Jair Bolsonaro, realizada pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, programado para o dia 14 de maio, expressando “profundas preocupações”.

“O Museu gostaria de agradecer às pessoas que expressaram suas visões sobre o evento da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. Queremos que saibam que entendemos e compatilhamos de seu desconforto”, informou a instituição em sua conta no Twitter. “Queremos deixar claro que o Museu não convidou o presidente Bolsonaro; ele foi convidado como parte de um evento externo. Ainda assim, estamos profundamente preocupados com as metas políticas do atual governo brasileiro, e estamos trabalhando ativamente para compreender nossas opções em relação a esse evento”.

Em uma carta aberta à presidente do museu, Ellen Futter, estudantes, doutorandos, funcionários e pesquisadores da instituição pedem o cancelamento da homenagem a Bolsonaro, a quem chamam de “presidente fascista do Brasil”, afirmando que o evento seria “uma mancha na reputação do museu”. O texto é acompanhado por um abaixo-assinado que neste sábado já contava com mais de 500 assinantes.

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