MPRJ e Polícia Civil realizaram busca e apreensão em endereços de prefeita e secretários de Iguaba denunciados por organização criminosa, corrupção e fraude em licitação | Claudio Tognolli

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atribuição Originária Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça (GAOCRIM/MPRJ), a Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), e a Polícia Civil, por meio do Grupo de Trabalho da Delegacia Fazendária,  cumpriram, nesta terça-feira (19/03), nove mandados de busca e apreensão em endereços da prefeita de Iguaba Grande, Ana Grasiella Moreira Figueiredo Magalhães, e outros cinco denunciados por crime de corrupção e fraude em licitação. A ação é mais um desdobramento da Operação Apagão.

Além da ex-prefeita, foram denunciados o ex-secretário de governo Mauro Siqueira Gomes; o ex- secretário de obras Luis Jeronymo de Mesquita; a presidente da comissão de licitação, Valéria Santana Herdy; e outras duas pessoas denunciadas nas fraudes. O total de nove endereços se justifica em razão de alguns dos denunciados, como a prefeita, terem mais de um endereço para busca. Ana Grasiella, agora afastada do cargo por decisão do Tribunal de Justiça, era mantida no cargo em função de liminar obtida junto ao STF.

Na denúncia, apresentada em 19/02, o MPRJ sustenta que a prefeita e os demais denunciados aceitaram montar um esquema de pagamento de propina, arrecadando vantagens ilícitas por meio de pagamentos, para que uma empresa do ramo de iluminação pública vencesse processo licitatório.

Detalhes da denúncia seguem, até o presente momento, sob sigilo decretado pelo TJRJ.

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