Foragidos internacionais que viviam escondidos no Brasil, agora responderão pelos crimes que cometeram em seus respectivos países

Nesta semana, o Brasil efetivou duas extradições passivas, a pedido do Uruguai e da Argentina. Na quinta-feira (28), o Brasil extraditou o uruguaio Jorge Ariel Giannechini Planchon, que responderá perante o governo de seu país pelo crime de falsificação de documento. O extraditando vivia no interior do estado de Santa Catarina, onde foi localizado e preso em maio de 2017.

A segunda extradição foi efetivada na última terça-feira (26), quando o argentino Leandro Gabriel Mártinez foi entregue ao governo de seu país. Mártinez, localizado e preso pela Polícia Federal em Foz do Iguaçu (PR), em maio de 2016, cumprirá a pena a que foi condenado na Argentina pelos crimes de estupro e morte de uma senhora de 73 anos.

A entrega dos extraditandos aos governos do Uruguai e da Argentina foi autorizada pelo Ministério da Justiça (MJ).

Os procedimentos para a efetivação das extradições foram realizados pela Autoridade Central Brasileira, exercida pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI) da Secretaria Nacional de Justiça do MJ, com auxílio da Polícia Federal/Interpol e do Ministério das Relações Exteriores.

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