Justiça nega trancamento da ação contra PMs acusados de matar a menina Maria Eduarda – Claudio Tognolli
Maria Eduarda, 13 anos, foi morta após ser baleada dentro da escola municipal em que estudava. (Foto: Reprodução)

Os policiais militares Fabio de Barros Dias e David Gomes Centeno, acusados de matar a menina Maria Eduarda, de 13 anos, no ano passado, tiveram um habeas corpus negado pelo desembargador do TJRJ Joaquim Domingos Neto. Eles pediam o trancamento da ação penal, afirmando que não há indícios de sua autoria no crime.

Maria Eduarda foi atingida por uma bala perdida, quando os dois PMs trocavam tiros com traficantes perto da Escola Municipal Jornalista Escritor Daniel Piza, em Acari, zona norte do Rio, onde Maria Eduarda fazia aula de Educação Física. Além do tiro que atingiu a menina, diversos outros disparos atingiram a escola, que estava em pleno funcionamento e lotada de alunos.

No mesmo processo, os dois policiais também respondem pela execução de duas pessoas, crime que foi gravado por um morador do local.

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