Folha sobre Dória: “conseguiu a façanha de se eleger prefeito no primeiro turno de 2016 ancorado no discurso da novidade política, está claramente sendo punido por ter abandonado o cargo apenas 15 meses depois da posse. Rejeitam o seu nome 47% dos eleitores da capital” – Claudio Tognolli

A dianteira, de acordo com o Datafolha, do situacionista João Doria (26%) para o emedebista Paulo Skaf (22%) não é suficiente para assegurar o favoritismo do tucano num provável segundo turno. Nessa simulação, o ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, com 40%, supera o rival tucano pela margem de quatro pontos percentuais, no limite da margem de erro”, diz o texto.

“Doria, que conseguiu a façanha de se eleger prefeito no primeiro turno de 2016 ancorado no discurso da novidade política, está claramente sendo punido por ter abandonado o cargo apenas 15 meses depois da posse. Rejeitam o seu nome 47% dos eleitores da capital. Como efeito provável dessa grande repulsa, Skaf bateria Doria na cidade de São Paulo com 18 pontos percentuais de folga se o segundo turno fosse hoje. A desvantagem do tucano diminui conforme se caminha para o interior, onde a preferência por Skaf é ligeiramente inferior à pelo adversário.”

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