Por Claudio Tognolli, Revista Galileu

Sempre que coçava a barba, pressentia a presença do Criador. A gravitação mágica de seu nome deixava, aos poucos, de ser um conceito: virava algo físico. Sobretudo porque mergulhei em uma tarefa especial por dois meses. Afinal de contas, viver como manda a Bíblia, creia, é uma profissão de fé. Não cortar a barba como manda o livro sagrado, quando nunca se usou barba na vida, é um sacrifício dos diabos. O rosto fica hirto. De icterícia. O sorriso, ortopédico, porque o bigode adeja sobre suas palavras como um pardal. O cansaço da pele parece aumentar. E tudo isso desde 12 de outubro do ano passado, dia de Nossa Senhora Aparecida, quando dei início à missão de seguir os passos de um jornalista dos EUA.

A.J. Jacobs, editor da revista “Esquire” e autor do best-seller “The Year of Living Biblicaly” (“O Ano em que Vivi Biblicamente”), lançou a idéia. Nivelou seu destino com o Velho e Novo Testamentos por um ano. Mas minha tarefa era ir além. Não no tempo, porque vivi biblicamente por dois meses e não 12, e sim na intensidade: afinal de contas, estamos no Brasil, o maior melting pot, vulgo cadinho cultural, do planeta. Assim como Jacobs, segui mandamentos e ordens bíblicas às vezes prosaicas, que mexeram com meu dia-a-dia, mas coube a mim a missão de consultar religiosos e especialistas nos textos sagrados em busca de respostas para a pergunta: é possível viver segundo as leis da Bíblia no Brasil de hoje?

Deixada a barba à espartana, procedeu-se às prédicas bíblicas. Tanto do Velho quanto do Novo Testamento (veja quadro à direita). Levítico 19:19, por exemplo, me proíbe usar roupas feitas com dois tipos de fibra. Começa aqui uma contradição que contrapunha à minha vida dois salmos. Afinal, Jeremias 13:23 sugere que o leopardo não pode mudar as suas manchas. Bem, costumo ir à academia de ginástica todos os dias, tentando perder a barriguinha. Pior: vi que a sunga utilizada para a empreitada tinha 3 tipos de fibra. Larguei a academia e fui buscar cuecas de algodão. Mas a única que tinha em casa era uma importada que foi deixada por uma ex-namorada que adorava usar peças íntimas masculinas. Não me julgue mal (não julgueis para não serdes julgado, diz Mateus 7:1). A solução foi comprar cuecas novas. Torrei mais de R$ 150. E meus membros doíam com a falta da academia.

Salmos 33:2 me diz que devo louvar a meu Senhor com uma lira, compondo todos os dias para Ele melodias com uma harpa de dez cordas. Mas onde achar a lira? Simples: o jeitinho brasileiro me manda pegar meu banjo de cinco cordas. Faço uso de um processador eletrônico que dobra os sons: pimba! Já tenho a harpa simulada e o banjo dissimulado. Faltava um detalhe: tirar da minha sala de som um pôster de Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin, que afinal de contas meteu-se até os ossos com Aleister Crowley (1875-1947, escritor e filósofo ocultista) e magia negra. Além disso, Êxodo 20:4 proíbe ser louvaminheiro com imagens. No mais, minha barba fazia meus lábios arderem mais e mais como uma tocha olímpica. Ok, dirão, tudo em nome da fé e sem abjurar das sagradas escrituras.

Guardo comigo a auto-imagem de herege profissional. Quando o padre Marcelo Rossi, amigo da família, batizou minha filha, Isadora, nascida a 1 de janeiro de 2004, disparou-me: “Sei que este pai não está próximo de Deus”. Fiquei envergonhado. Quis baixar a camisa e mostrar a ele minha tatuagem do número áureo (raiz de cinco mais um sobre dois, proporção utilizada sobretudo na arte renascentista e em padrões de crescimento na natureza), feita em 1999, muito antes de “O Código da Vinci” virar fenômeno. Quis mostrar ao padre que também gravei na pele a clássica frase (em alemão) de Albert Einstein: “O querido Deus não joga dados com o mundo”. Tudo que compõe minha fórmula particular de dizer que acredito num deus não antropomórfico, mas matemático. Que fosse uma equação, mas era o “meu” Deus.

Essas andanças jubilosas pela ciência fizeram este repórter dar aula, em pós-graduação sobretudo, sobre a obra dos maiores ateus dos últimos cem anos, Richard Dawkins e Daniel Dennett. Galileu até me encomendou a reportagem de capa “Guerra contra Deus” (edição 186, janeiro de 2007). Pai do céu: por que agora devo tentar seguir a Bíblia, se até aqueles que me pagam o pão sabem-me um ateu de carteirinha? Vê-se que seguir a Bíblia não é apenas mudar a casca que nos cobre: é colocar-se em xeque. Mergulhar para dentro de você mesmo, tendo como foice um ponto de interrogação, é quase que uma operação sem anestesia.

O próximo passo foi sair pelo centro de São Paulo, acordando com o alvoroço dos passarinhos das primeiras horas, em busca de pastores na plenitude de seus ofícios. Na Praça da Sé, no centro da cidade, fui muitas vezes induzido por pregadores a acreditar que a Bíblia deve ser lida ao pé da letra. Em outras ocasiões, senhores de metáforas confusas e inacessíveis diziam que a Bíblia era ela também uma grande metáfora a ser interpretada – e que, portanto, lê-la ao pé da letra soava como loucura abismal.

O pastor e a cigana
Num sábado, o pastor Samuel, que candidamente deixou-me tomar o microfone de suas mãos, convenceu-me que a Bíblia às vezes deve ser lida literalmente e em outras, nem tanto. Convenci-me daquela convenção liberal e, na frente do doutrinador, dei R$ 10 à cigana Sandra para que me lesse a mão. O pastor não gostou nem um pouco. Ela me diz que iria usar o dinheiro para comprar comida. Senti-me feliz: afinal, Mateus 19:21 refere que, se queres ser perfeito, deve vender tuas posses e dá-las aos pobres, para poder achar os tesouros do Paraíso. E Deuterônimo 15:7 dita que não devemos endurecer o coração e fechar as mãos ao irmão pobre. Pastor Samuel me olhou feio quando viu a cigana Sandra lendo minha mão. Pensei cá e lá com meus buttons “I love Jesus”: “Será que o Pastor está me condenando porque Êxodo 23:1 diz que não devo dar as mãos a um homem fraco?”. Refleti: “Mas ela não é homem e passa fome”. Um salmo salvou-me de outro. Eis todo o meu arbítrio e minha jornada na Praça da Sé.

Não consegui seguir a Bíblia em muita coisa. Por exemplo, Efésios 5:4 proíbe obscenidades, falar bobagens. Bem, no dia 2 de dezembro, um domingo, meu time do coração, o Corinthians, caiu para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro. Mesmo barbado, tendo rezado o Terço Bizantino que padre Marcelo em pessoa me deu há quatro anos, estou aturdido pelos estupores da derrota: blasfemo, blasfemo piamente. Como é dito em João 8:32, só a verdade me libertará. A verdade da derrota não me libertou: sucumbi e xinguei quatro palmeirenses do edifício em que moro. Minha casa e meu coração estavam em luto pelo Coringão. Peraí: sem querer, segui as escrituras! Afinal, Eclesiastes 3:1 diz que é melhor ir a uma casa enlutada do que a uma casa em festa.

Começo a entrar em contradição. Sou um aprendiz de feiticeiro em estado de total pré-coerência. Não sei mais como seguir as escrituras, porque cada uma me fala uma coisa. E cada uma me põe numa caleidoscopia tamanha que sinto-me vivendo num quarto de espelhos quebrados. Continuo fundado numa bem-aventurança florentina, estou de coração aberto. Mas as contradições me engolem. Uma de minhas alunas, Michelle Shimohama Marchesini, tocou-me o coração: pediu que orientasse seu trabalho de conclusão de curso. Ela é da igreja Bola de Neve. Conseguiu que Rodolfo Abrantes, ex-líder da banda Raimundos, falasse com exclusividade para o seu trabalho. Ele relatou como se curou de um tumor por uma bênção obtida na Bola de Neve. Convencido disso, fui à igreja evangélica dedicada a surfistas e roqueiros, sobretudo. O pastor-fundador disse que não me receberia. Frustrado com a negativa, a saída foi buscar outro fenômeno religioso jovem: a igreja Projeto 242. Fiquei num culto por meia hora, no bairro de Vila Mariana, na zona sul de São Paulo: o jovem pastor Johnny me mandou o recado em cinco minutos. Ele dispara que não podemos ler a Bíblia literalmente, já que no capítulo 137 dos Salmos, por exemplo, está escrito que são felizes os que pegarem os filhos dos edonitas e os esmagarem contra uma rocha. Estou cada vez mais confuso.

“Não seja fundamentalista” 
Vou bater no gabinete de uma das maiores autoridades bíblicas do Brasil: Rafael Rodrigues da Silva, professor de teologia da PUC de São Paulo. “A leitura da Bíblia está nos olhos de quem olha”, diz. Ele me garante que múltiplas interpretações estão criando “um sectarismo de pequenos feudos em que a divindade acaba sendo adequada ao modelo de cada um”. Ele acha que a saída para tudo isso é a tolerância. Silva confessa que acha o papa Bento 16 um “intolerante”. O professor me dá um consolo dos diabos: digo a ele que se seguisse ao pé da letra Provérbios 27:1, que diz para não planejar o amanhã, não conseguiria concluir a reportagem. Profundo conhecedor da Bíblia, ele afirma que, “quando esse Provérbios 27:1 foi escrito, tínhamos uma sociedade vivendo no auge econômico, uma forte tendência comercial, muita exploração, altas taxas tributárias. Você não pode ler isso literalmente. Isso é uma variante do ‘não acumularás’, uma crítica aos que viviam para o dinheiro”. Ainda há tempo para alguns conselhos. “Não seja fundamentalista. Ler a Bíblia ao pé da letra é o limite da estranheza, meu caro!”

Meu bigode, com a chegada do calor, estava me impondo um mormo crônico, como um loro que dorme, e eu sabia que estava começando a ter dificuldades de respiração. Comecei a rezar pela extração dos pêlos do rosto. E assim me punha em mais uma contradição: pedir aos Céus pela retirada de algo que era, à luz das Escrituras, a mais alta prova de meu júbilo pelo que está escrito na Bíblia. Fui então procurar um rabino ortodoxo.

De pronto, diferentemente de alguns protestantes – que vivem de apregoar a sua fé, mas não gostam de atender jornalistas -, fui recebido pelo jovem rabino de 32 anos Davi Goldberg, da sinagoga Morumbi. Fizemos um acordo: eu não perguntaria sobre os sisudos hábitos sexuais dos judeus ortodoxos. O rabino quis saber qual o teor de minhas indagações antes de eu fazê-las. O repórter então disse que o nome do jogo era como se poderia aprender a tolerância. Ele sorriu. E prosseguiu: “Não é difícil seguir os dez mandamentos. Porque cinco são do respeito do homem com Deus, e cinco são do homem com o próprio homem”. O rabino Goldberg lembra que o Velho Testamento é a única coisa que interessa aos judeus ortodoxos, cujo livro sagrado é a Torá. Ele explica o quanto é difícil para alguns ortodoxos – por exemplo, os que moram nos EUA – ter de cortar a barba ao ingressar no Exército. “São casos como esses que são discutidos em tribunais e que, às vezes, chegam à Suprema Corte norte-americana”, diz. Tento trazer mais temas à tona. Ele encerra a conversa. Secamente. “Não me interessa o debate público. Os dois lados de uma discussão, para nós, sempre terão o mesmo nível. Acreditamos na individualidade. Nossa religião não sai por aí querendo convencer alguém de algo.”

O repórter vai buscar rescaldos de luz em mais dois pastores. O batista Fernando Fernandes vai direto ao ponto. “É preciso filtrar essas questões para que você não cometa o erro de tentar viver a cultura israelita ou judaica pensando que está vivendo biblicamente. Jesus foi muito enfático no Sermão do Monte, Mateus 5 a 7, ressaltando o espírito da Lei e não a letra, como faziam os judeus. Além disso, temos as orientações do apóstolo Paulo, que sempre observou a cultura de cada localidade e o tempo para o qual escrevia. O cristianismo não é uma aculturação, mas sim a libertação da cultura das influências demoníacas, mas sempre preservando a cultura. O padrão ético do cristianismo persegue os ideais do judaísmo, mas não é uma nova roupagem do judaísmo.”

Incenso ou oração?
Prossigo: “Pastor, devo seguir Êxodo 30:35, que diz que devo produzir e queimar um incenso?”. Ele atalha: “Na era do cristianismo neo-testamentário, o incenso são as orações dos santos, ou seja, dos cristãos fiéis (Apocalipse 5:8), não sendo mais essencial a produção e queima de incenso, embora isso não seja proibido”. Volto à carga: “Pastor, sou professor e corrijo provas. Como então seguir Mateus 7:1, ‘não julgueis para não serdes julgado’?” Ele responde: “A questão não é o julgamento em si, mas a motivação para ele. Julgar movido por um auto-senso de perfeição, pensando ser melhor do que se é ou do que os outros são é o problema em questão neste texto”. Revelo a ele que fiquei muito sozinho em minha peregrinação e pergunto se isso já não era uma aviltação a Gênesis 2:18, no qual se lê que não é bom ao homem ficar sozinho: “Deus criou o ser humano para relacionamentos. O casamento é uma ordem divina para nós, a não ser nos casos em que Deus dá o dom do celibato”, responde.

Chega a hora de ir em busca de outras respostas. Vou atrás de José Xavier, 47 anos, obreiro da Assembléia de Deus e estudante universitário de teologia. Digo que toda esta reportagem foi planejada. E agora? E Provérbios 27:1, que diz para não planejar o amanhã. “É verdade! Assim disse a palavra de Deus, não preocupeis com o que tens de fazer no amanhã. Ele pertence a Deus. Nesse caso, não se fala simplesmente de um planejamento, mas sim do homem que esquece que Deus está a cada momento e a cada dia nos abençoando. O próprio Jesus falou: as aves dos céus não colhem nem plantam, nem por isso passam fome, pois o pai dos céus lhes dá de comer, e muito mais não o faria a seus filhos”, diz o obreiro. Confesso a Xavier que as dores no corpo me levaram de volta à academia de ginástica. E que assim eu estaria contrariando Jeremias 13:23, para quem o leopardo não pode mudar suas manchas. Xavier prossegue: “Quando essa palavra foi proferida, falava-se da capacidade que o homem tem de se regenerar, sendo ainda pecador. Deus, por intermédio de Seu filho, Jesus, Se fez carne, habitando no meio dos homens para lhes dar condições e exemplos de que a regeneração é condicional, mesmo o homem ainda sendo um vil pecador”.

Nas ruas e de volta à prateleira
Confesso ao obreiro que fiquei sozinho horas e horas lendo as escrituras. E que, portanto, fui contra Gênesis 2:18, para o qual não é bom ao homem ficar sozinho. “Duas são as interpretações que podemos dar a esse assunto. Primeiro, o homem deve ter uma adjutora – ajudadora, companheira, esposa – para dividir todas as coisas da vida e constituir família. A outra interpretação é a de que não devemos viver isolados, achando que a vida não tem mais jeito. Hoje, por exemplo, se fala muito sobre depressão, mas na verdade todos precisamos de relacionamentos, pois o homem foi feito para se relacionar, e não para viver sozinho ou isolado em um mundo somente dele.”

 

A última etapa da minha peregrinação foi percorrer as ruas de São Paulo por alguns dias ao lado do fotógrafo Rui Mendes. Levei a Bíblia, o Terço Bizantino do padre Marcelo, roupas 100% algodão, a minha cadela akita Guna (fazendo as vezes de ovelha) e um cajado de cedro. Percorrer a Praça da Sé nessas circunstâncias transforma qualquer mortal, prismaticamente, em um pastor. As pessoas te olham com um respeito abissal, que vaza pelos olhos. Os trajes são anteriores a você mesmo, porque, antes que queiram dizer algo, as pessoas parecem já saber que sua mensagem é protocolarmente bíblica. Nenhum cartão de visitas funcionará tão bem quanto um traje desses.

Devolvo a Bíblia para a prateleira. Corto a barba de dois meses e, meio que num ritual quase mágico, o refinamento senil emprestado ao rosto pelos fios é varrido pelo barbeiro. Há na caixa postal alguns recados de pastores dispostos a falar sobre a Bíblia. O corpo parece carecer de peso. Está no fim uma profissão de fé de dois meses. O que levo disso? Talvez a certeza de que posso montar o meu Deus pessoal como um prato de restaurante a quilo. Não terão sido dois meses algo demais? Não. Nunca pensei tanto numa frase de Umberto Eco como agora: “Aprendemos a tolerância aos poucos, assim como aprendemos, aos poucos, a controlar o esfíncter”.

Ao pé da letra
As leis e regras descritas na Bíblia vão muito além dos 10 mandamentos. Conheça os trechos do livro sagrado que guiaram (e assombraram) a peregrinação de Claudio Julio Tognolli ao longo de dois meses.

“…e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”
Evangelho de S. João, capítulo 8, versículo 32

“Nem baixeza, nem conversa tola, nem gracejos indecentes, coisas essas que não convêm; mas antes ações de graças.”
Livro dos Efésios, capítulo 5, versículo 4

“Respondeu Jesus: se queres ser perfeito, vai, vende teus bens, dá-os aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me!”
Livro de São Mateus, capítulo 18, versículo 21

“Não julgueis, para que não sejais julgados.”
Livro de São Mateus, capítulo 7, versículo 1

“Pode, acaso, o etíope mudar a sua pele ou o leopardo, as suas manchas?”
Livro de Jeremias, capítulo 13, versiculo 23

“…não pactuarás com o ímpio, para seres testemunha injusta.”
Livro do Êxodo, capítulo 23, versículo 1

“Não te glories do dia de amanhã; porque não sabes o que produzirá o dia.”
Livro dos Provérbios, capítulo 27, versículo 1

“Disse mais o Senhor Deus: não é bom que o homem esteja só.”
Livro do Gênesis, capítulo 2, versículo 18

“Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete; porque naquela se vê o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.”
Livro do Eclesiastes, capítulo 7, versículo 2

“Não permitirás que se cruze o teu gado com o de espécie diversa; não semearás o teu campo com semente diversa; nem vestirás roupa tecida de materiais diversos.”
Livro do Levítico, capítulo 19, versículo 19

“Não terás outros deuses diante de mim.”
Livro do Êxodo, capítulo 20, versículo 3

“Louvai ao Senhor com harpa, cantai-lhe louvores com saltério de dez cordas.”
Livro dos Salmos, capítulo 33, versículo 2

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