Em visita a São Paulo, o ex-governador Ciro Gomes voltou a falar sobre violação a orientação do partido na votação da reforma da Previdência, e afirmou que considera o movimento Acredito, do qual a deputada Tabata Amaral (SP) integra, é um 'partido clandestino' infiltrado nos partidos | Claudio Tognolli

Em visita a São Paulo, o ex-governador Ciro Gomes voltou a falar sobre violação a orientação do partido na votação da reforma da Previdência, e afirmou que considera o movimento Acredito, do qual a deputada Tabata Amaral (SP) integra, é um ‘partido clandestino’ infiltrado nos partidos o que, segundo ele, configura uma burla à legislação eleitoral.

“Eu acho que tudo mundo pode participar de qualquer movimento, mas se você tem um partido clandestino para burlar a legislação, que proibe financiamento empresarial, isto é uma coisa muito mais grave”, disse.

O movimento Acredito é um grupo formado por celebridades da TV e empresários, como o o bilionário Jorge Paulo Lemann e o apresentador Luciano Huck.

“Nós temos uma proposta, e de repente, do dia para a noite ela [Tabata] muda sem dar uma satisfação a ninguém. E ai eu vejo – e foi isso que me assustou – o grupo Acredito soltar uma nota dizendo que o PDT aceitou a autonomia do grupo. Isso não existe!”, declarou Ciro.

E acrescenta: “E partir de um partido clandestino, que tem sua regras próprias, seu programa próprio, e se infiltra nos outros partidos e usa os outros partidos, fundo partidário, tempo de TV, quociente eleitoral para se eleger e fazer o serviço do outro partido?! Ai, é problema de dupla militância e não tem nada a ver com a compreensão de Previdência que nós temos”, acrescentou Ciro.

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