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Paciente morreu após procedimento cirúrgico no último sábado, dia 14

O juiz Paulo Cesar Vieira de Carvalho Filho, da 1ª Vara Criminal da Capital, decretou a prisão temporária de Denis Cesar Barros Furtado e de Maria de Fátima Furtado, investigados pela morte de Lilian de Lima Jamberci. A advogada morreu após procedimento cirúrgico no último sábado, dia 14 de julho. Os pedidos de prisão para Rosilane Pereira da Silva e Renata Fernandes Cirne foram negados.

Na decisão, o magistrado destaca que os depoimentos de testemunhas e as provas apresentadas até agora no inquérito são o suficiente para decretar as prisões do médico e de sua mãe.

“Observa-se a necessidade inafastável da custódia cautelar, pelo prazo de 30 dias, vez que imprescindível para as diligências do inquérito policial, posto que a liberdade do indiciado compromete sobremodo a regular colheita da prova, além de configurar induvidoso risco de fuga”, avaliou.

De acordo com o inquérito, após a confirmação da morte de Lilian num hospital na Barra, um policial civil foi a um shopping na região para localizar Denis. Ele fugiu de carro assim que o policial se identificou. O documento também indica que a mãe, Maria de Fátima, possui documento de registro profissional cassado e é proprietária da clínica onde Denis atendia.

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