Após o ex-presidente declarar que "tem alguma coisa muito estranha" no caso da facada recebida por Bolsonaro", o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, fez questão de se referir a Lula com muitos gritos, murros na mesa, além de pedir "sua prisão perpétua" | Claudio Tognolli

Após o ex-presidente declarar que “tem alguma coisa muito estranha” no caso da facada recebida por Bolsonaro”, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, fez questão de se referir a Lula com muitos gritos, murros na mesa, além de pedir “sua prisão perpétua”. A reação agressiva ocorreu durante café da manhã com jornalistas ao lado do presidente Jair Bolsonaro.

O ataque de fúria ocorreu quando um assessor se aproximou e segurou um microfone próximo a Heleno. O general reformado então inflou o peito e elevou a voz.

“Um presidente desonesto é um deboche com a sociedade, destrói o conceito do país”, brada. “É o cúmulo ele ainda aventar a possibilidade da facada ser uma mentira”, fala, com o dedo em riste.

Ele seguiu, aos gritos: “E será que o câncer dele [de Lula] foi mentira?” Bateu na mesa, fazendo estrilarem os talheres. “E o câncer da dona Dilma [Rousseff, ex-presidente] foi mentira?”, questionou e deu outro murro na mesa. “Alguém teve peito de dizer isso para ele [Lula]?”

O general ainda ebravejou que “ele não mereceu jamais ser presidente da República. Presidência da República é uma instituição quase sagrada. Eu tenho vergonha de um sujeito desses ter sido presidente da República”.

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