A nova classe média perdeu quase 6 milhões de pessoas, ao passar do pico de 56,8% da população brasileira para 53,9% entre 2014 e 2018 | Claudio Tognolli

A nova classe média perdeu quase 6 milhões de pessoas, ao passar do pico de 56,8% da população brasileira para 53,9% entre 2014 e 2018.  A estatística faz parte de um cálculo preliminar do economista Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas (FGV), e tem como base as informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad C).

A classe média se consolidou cada vez mais no governo Lula, principalmente, por causa do aumento do salário mínimo. Em 2020, pela primeira vez em 17 anos o salário mínimo será reajustado sem aumento real, somente pela inflação. Outro detalhe é que, em 2014, na gestão e Dilma Rousseff, o desemprego chegou a cair a 4,9% em 2014, o menor patamar da história. Atualmente, o País amarga uam taxa de desemprego de quase 12% – são 12 milhões de desempregados.

O fato é que, a agenda pós-golpe, veio com força em 2016 e pasosu a colocar em prática o congelamento de investimentos públicos e o corte de direitos, tendo a apostado de que a iniciativa privada seria a alternativa para tirar o Brasil da crise. Não por acaso a desigualdade vem aumentando.

De acordo com dados divulgados pelo IBGE, na quarta-feira (16), as pessoas que vivem na pobreza, com renda mensal média de R$ 233, representam 12,2% da população do país. São 25,3 milhões de brasileiros. Em 2014, eles eram 9,8% da população, o menor índice da série.

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